Deglutição - Fisiologia Humana

Report
Fisiologia do Sistema
Digestório relacionada à
Clínica Médica
Integrante da MED7017
Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto
Profa. Associada II do Depto. Ciências Fisiológicas
CCB-UFSC
Como citar este documento: PINTO, Cristina Maria Henrique. Fisiologia do Sistema
Digestório relacionada à Clínica Médica. Disponível em:
<http://www.cristina.prof.ufsc.br>. Acesso em: (coloque a data aqui)
Assuntos:
Conceitos
sobre materiais
a regulação das
funções do
Estas
aulasgerais
e outros
relacionados
TGI
estão disponíveis na página dedicada à
TGIwebsite:
MED da Movimentos
6ª fase emdo
meu
www.cristina.prof.ufsc.br
Fisiologia da secreção ácida gástrica
porém
o acesso
é restrito
e exige
ose
Fisiologia
da absorção
e secreção
de água
eletrólitos
seguintes:
login
: digfisiomed6
senha:nutrientes
mercurio
Digestão
e absorção doseprincipais
Caso interesse
o acesso
à Med 2ª fase:
Fisiologia
da defecação
login: fisiomed2 senha: saturno
Fisiologia das secreções pancreáticas
Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto
Profa. Associada II do Depto. Ciências Fisiológicas
CCB-UFSC
Movimentos do
trato
gastrointestinal
(TGI)
Movimentos do TGI
Revisão dos conceitos básicos e gerais sobre
a motilidade do TGI
Mastigação
Deglutição
Fenômenos motores gástricos e intestinais
Movimentos do intestino grosso (aula específica)
Movimentos do TGI
Revisão dos conceitos básicos e gerais sobre
a motilidade do TGI
Mastigação:
embora o conceito de disfagia envolva
também disfunções da ingestão e da mastigação do
alimento, esta não será considerada na presente aula. Caso
queira, consulte a aula oferecida até 2007 e disponível na
página dedicada à turma.
Deglutição
Fenômenos motores gástricos e intestinais
Movimentos do TGI
Revisão dos conceitos básicos e gerais sobre
a motilidade do TGI
Deglutição
Fenômenos motores gástricos e intestinais
Movimentos do intestino grosso (aula específica)
Movimentos observados no TGI
peristálticos (ou propulsivos) e de mistura (segmentares)
extraído, enquanto disponível, de: http://medweb.bham.ac.uk/research/toescu/Teaching/OverviewGITY2.html
Movimentos observados no TGI
peristálticos (ou propulsivos) e de mistura (segmentares)
extraído, enquanto disponível, de: http://medweb.bham.ac.uk/research/toescu/Teaching/OverviewGITY2.html
Como estes fenômenos motores são possíveis?
1) graças ao arranjo das células musculares lisas que
compõem o tubo digestório,
Como estes fenômenos motores são possíveis?
... 2) graças às propriedades sinciciais dessas células
musculares lisas,
Como estes fenômenos motores são possíveis?
...3) graças às suas propriedades excitáveis e por se
manterem em contração tônica (ritmo elétrico básico).
Como estes fenômenos motores são possíveis?
Origem do ritmo elétrico básico e das ondas lentas:
células marca-passo ou intersticiais de Cajal (ICC)
A origem do ritmo elétrico básico: células intersticiais de Cajal (ICC)
a distribuição das ICC no TGI não é homogênea em número, localização e/ou
subtipos
http://www.vh.org/adult/provider/internalmedicine/motilitygastro/3.html
A origem do ritmo elétrico básico: células intersticiais de Cajal (ICC)
A influência neural parece ocorrer sobre as ICC e estas interferem no ritmo de
contração das células musculares
lisas “intermediárias” na
As ICC´s seriam
modulação motora dos músculos
gastrointestinais
Veja sobre as ICC em: Role of interstitial cells of Cajal in neural control of gastrointestinal smooth muscles. Ward, Sanders & Hirst 2004
Os fenômenos motores são determinados,
coordenados e/ou influenciados:
Pelas ICCs que determinam o ritmo elétrico
básico (gerando as ondas lentas e o tônus).
Pelo sistema nervoso entérico (SNE) que
possui o arranjo neuronal apropriado.
Pelo Parassimpático, pelo Simpático e
pelos hormônios do TGI que modulam a
atividade motora.
Inervação motora de fibras musculares lisas do TGI
A influência neural parece ocorrer sobre as ICC mas também diretamente sobre as
células musculares lisas.
A liberação dos neurotransmissores é através das varicosidades
Veja sobre as ICC em: Role of interstitial cells of Cajal in neural control of gastrointestinal smooth muscles. Ward, Sanders & Hirst 2004
Inervação motora de fibras musculares lisas do TGI
A influência neural parece ocorrer sobre as ICC mas também diretamente sobre as
células musculares lisas.
A liberação dos neurotransmissores é através das varicosidades
http://www.annualreviews.org/doi/full/10.1146/ann
urev.pharmtox.052808.102215
SISTEMA NERVOSO
CENTRAL
neurônios
sensoriais
MODELO CONCEITUAL DO SISTEMA NERVOSO
ENTÉRICO E A REGULAÇÃO DO TGI
SISTEMA NERVOSO
AUTÔNOMO
interneurônios
neurônios
motores
epitélio
mucoso
circuitos
integradores
inibidores
quimioceptores
células
secretoras
(endócrinas e exócrinas)
músculo
liso
mecanoceptores
termoceptores
excitadores
programas
motores
SISTEMA NERVOSO ENTÉRICO
vasos
sangüíneos
Sistemas efetores
modificado de: http://library.med.utah.edu/physio/5200GI_lectures/motility.swf
Modulação
das
atividades do
Sistema
Digestório:
PS e SP
Principais
características da
inervação autonômica
do trato gastrointestinal.
Na maioria das funções,
a influência do OS e do
SP é de modulação
das funções do TGI
através dos neurônios
do sistema nervoso
entérico.
Levy et al., 2006
Movimentos do TGI
Não apenas a direção da condução do alimento é
importante (oral-anal) para uma adequada digestão e
absorção mas também o tempo durante o qual o
alimento permanece em cada segmento do TGI.
Daí a importância do conhecimento dos fenômenos
motores do tubo digestório
Movimentos do TGI
Revisão dos conceitos básicos e
gerais sobre a motilidade do TGI
Deglutição
Fenômenos motores gástricos e
intestinais
Movimentos do intestino grosso (aula
específica)
Deglutição
Funções da deglutição
As fases da deglutição:
oral, faríngea e esofágica
Regulação da deglutição
Deglutição
Funções
transporte de substâncias, nutrientes e água da cavidade
oral para o estômago
limpeza da cavidade oral por remoção constante da saliva
e de restos alimentares.
Lubrificação da orofaringe e do esôfago.
Remoção de ácido presente no esôfago devido a eventuais
refluxos gastro-esofágicos.
The initiation of swallowing
Deglutição
The initiation of swallowing by the
oral cavity is under voluntary
control, whereas control of the
pharynx
anddaesophagus
are (na
O início
deglutição
involuntary. This means that once
cavidade
está
the
initial signal isoral)
received
from sob
the
brain,
the voluntário
pharyngeal
and
controle
mas os
esophageal phases of swallowing
fenômenos
da
are
carried out motores
automatically.
Initiation
of swallowing
is directed
faringe
e
do
esôfago
são
by the brainstem, which integrates
involuntários
sensory
information ou
fromreflexos.
the
swallowing channel with information
Isto significa que, uma vez
from the other areas of the brain.
Integration
signals are
sent ao
transmitidos
os then
sinais
back to the swallowing channel to
SNC,
asoffases
faríngea e
initiate
the act
swallowing.
Once
initiated, são
the deflagradas
esophageal
esofágica
phase of swallowing can continue
reflexamente.
without
central nervous system
involvement, with the brain serving
to modify esophageal function.
V: trigêmeo
VII: facial
IX: glossof.
X: vago
XII: hipoglo.
http://hopkins-gi.nts.jhu.edu/pages/latin/templates/index.cfm?pg=disease5&organ=1&disease=37&lang_id=1
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase voluntária
Fase oral ou voluntária: a língua separa parte ou todo o bolo alimentar (BA) e o comprime
para cima contra o palato duro e para trás (palato mole) em direção ao istmo das fauces...,
forçando-o contra a faringe, o estímulos tácteis iniciam o reflexo da deglutição.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase voluntária
Istmo das
fauces
Fase oral ou voluntária: a língua separa parte ou todo o bolo alimentar (BA) e o comprime
para cima contra o palato duro e para trás (palato mole) em direção ao istmo das fauces...,
forçando-o contra a faringe, o estímulos tácteis iniciam o reflexo da deglutição.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase voluntária
Fase oral ou voluntária: a língua separa parte ou todo o bolo alimentar (BA) e o comprime
para cima contra o palato duro e para trás (palato mole) em direção ao istmo das fauces...,
forçando-o contra a faringe, onde estímulos tácteis iniciam o reflexo da deglutição.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase faríngea: fechamento das pregas vocais, da epiglote, levantamento da faringe e
abertura do esfíncter esofágico superior (EES) com simultânea inibição da respiração.
Logo após a passagem do bolo alimentar pela orofaringe, abrem-se as pregas vocais, a
epiglote relaxa, o EES se fecha e é reiniciada a respiração.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase faríngea: fechamento das pregas vocais, da epiglote, levantamento da faringe e
abertura do esfíncter esofágico superior (EES) com simultânea inibição da respiração.
Logo após a passagem do bolo alimentar pela orofaringe, abrem-se as pregas vocais, a
epiglote relaxa, o EES se fecha e é reiniciada a respiração.
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase esofágica: podemos considerar a motilidade esofágica como sendo a continuação da
deglutição: uma onda peristáltica começa logo abaixo do EES que desloca-se até o esfíncter
esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a entrada do bolo alimentar no estômago
(relaxamento receptivo).
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase esofágica: podemos considerar a motilidade esofágica como sendo a continuação da
deglutição: uma onda peristáltica começa logo abaixo do EES que desloca-se até o esfíncter
esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a entrada do bolo alimentar no estômago
(relaxamento receptivo).
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase esofágica: podemos considerar a motilidade esofágica como sendo a continuação da
deglutição: uma onda peristáltica começa logo abaixo do EES que desloca-se até o esfíncter
esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a entrada do bolo alimentar no estômago
(relaxamento receptivo).
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Principais
eventos que
participam do
reflexo da
deglutição:
fase involuntária
Fase esofágica: podemos considerar a motilidade esofágica como sendo a continuação da
deglutição: uma onda peristáltica começa logo abaixo do EES que desloca-se até o esfíncter
esofágico inferior (EEI), relaxando-o e permitindo a entrada do bolo alimentar no estômago
(relaxamento receptivo).
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2-A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA
- Veja a Figura 6, animação e vídeos on-line relacionados à deglutição .
Veja, on-line, os diversos aspectos da deglutição e fisiopatologias
“Physiology of oral cavity, pharynx and upper esophageal sphincter”, Massey, 2006 (GI motility online)
http://www.nature.com/gimo/videos/index.html
Motilidade esofágica durante a deglutição
In normal subjects, swallowing is associated with opening of the upper and the lower esophageal sphincter and sequential
peristaltic wave that pushes the tail of barium ahead of it. Normal esophageal clearing time is around 13 seconds.
“Physiology of oral cavity, pharynx and upper esophageal sphincter”, Massey, 2006 (GI motility online)
http://www.nature.com/gimo/videos/index.html
Regulação da deglutição
“Centros” superiores
Tronco encefálico
mastigação
N. V
“Centro” da mastigação
N. V
N. V, VII, IX, X, XII
“Centro” da deglutição
estímulos
mastigatórios
N. IX, X
núcleo ambíguo
deglutição
estímulos para
deglutição
N. V
“Centro” da salivação
Pedersen et al., 2002.
I-OLFATÓRIO
II-ÓPTICO
III-OCULOMOTOR
IV-TROCLEAR
V-TRIGÊMEO
VI-ABDUCENTE
VII-FACIAL
VIII-VESTÍBULOCOCLEAR
IX-GLOSSOFARÍNGEO
X-VAGO
XI-ACESSÓRIO
XII-HIPOGLOSSO
AFERÊNCIAS E EFERÊNCIAS RELACIONADAS À DEGLUTIÇÃO
I-OLFATÓRIO
II-ÓPTICO
III-OCULOMOTOR
IV-TROCLEAR
V-TRIGÊMEO
VI-ABDUCENTE
VII-FACIAL
VIII-VESTÍBULOCOCLEAR
IX-GLOSSOFARÍNGEO
X-VAGO
XI-ACESSÓRIO
XII-HIPOGLOSSO
Anatomic drawing shows the complex afferent and efferent neuroregulation of deglutition (sensory fibers in black, motor fibers in
different colors) and cranial nerves participating in the system. (Mariani et al, 2004 Journal of Nuclear Medicine, 45;1004-1028 2004 )
AFERÊNCIAS E EFERÊNCIAS RELACIONADAS À DEGLUTIÇÃO
I-OLFATÓRIO
II-ÓPTICO
III-OCULOMOTOR
IV-TROCLEAR
V-TRIGÊMEO
VI-ABDUCENTE
VII-FACIAL
VIII-VESTÍBULOCOCLEAR
IX-GLOSSOFARÍNGEO
X-VAGO
XI-ACESSÓRIO
XII-HIPOGLOSSO
Anatomic drawing shows the complex afferent and efferent neuroregulation of deglutition (sensory fibers in black, motor fibers in
different colors) and cranial nerves participating in the system. (Mariani et al, 2004 Journal of Nuclear Medicine, 45;1004-1028 2004 )
Características
musculares do
esôfago
(perda da força muscular e
atrofia ou por inflamação da
fibra muscular ou por bloqueio
da junção neuromuscular )
(doença auto-imune do tecido
conjuntivo ou alteração do
SNE)
Note that the cervical esophagus and the small part of the thoracic esophagus that includes the upper esophageal sphincter are composed of striated muscle. The lower two
thirds of the esophagus, including the thoracic and abdominal parts containing the lower esophageal sphincter, are composed of smooth muscles. The diseases of the striated
muscle include polymyositis and myasthenia gravis, whereas scleroderma and achalasia are diseases that involve the smooth muscle portion of the esophagus. (Source: AGA
Gastroenterology Teaching Project, 2001, In myasthenia gravis, antibodies block, alter, or destroy the receptors for acetylcholine at the neuromuscular junction which prevents
the muscle contraction from occurring. Polymyositis: inflamação da fibra muscular.
Physiology of esophageal motility, Hiroshi Mashimo e Goyal, 2006, Motility online. http://www.nature.com/gimo/contents/pt1/full/gimo3.html
Complexo esfincteriano superior (EES)
EES
ou complexo esfincteriano
superior:
mm. constrictor inferior da faringe,
mm. cricofaríngeo
(“esfíncter 1ário” no humano)
e
porção crânio-cervical do
esôfago.
a zona de alta pressão é devida
à existência de tônus muscular,
cartilagem e aponeuroses mais
do que um único anel
muscular.
O EES ou complexo
esfincteriano superior
Ações:
-Age como barreira entre
a faringe e o esôfago,
prevenindo a entrada de
ar no TGI.
-Previne o refluxo do
material do esôfago para
a faringe durante a
deglutição.
-Permite a liberação de
material intra-esofágico
durante a eructação
(arroto) ou vômito.
-É parte integrante do
complexo envolvido na
deglutição.
vista lateral indicando
as regiões do esôfago
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Complexo esfincteriano inferior (EEI)
“Barreira antirefluxo”
O complexo esfincteriano
inferior:
EEI
esfíncter esofágico inferior
(“interno”):
camada circular espessa,
especializada, 3-4cm,
em contração tônica,
15-30 mmHg.
Refluxo pode ocorrer caso
esta pressão seja
inferior a 5 mmHg.
Relaxamento por inervação
oxinitrérgica (NO) mas também
ATP e VIP.
EEI
ou complexo esfincteriano
inferior:
EEI: esfíncter esofágico inferior
(“interno”)
e hiato do diafragma
(componente “externo” do EEI)
Inervação: PS e SNE (vago,
inibitório geralmente, inervação
colinérgica receptores
nicotínicos).
Hiato do diafragma:
contrai durante inspiração e
contribui para o aumento do
tônus do EEI
vista lateral indicando
as regiões do esôfago
http://www.hopkins-gi.org/GDL_Disease.aspx?SS=&CurrentUDV=31&GDL_Cat_ID=BB532D8A-43CB-416C-9FD2A07AC6426961&GDL_Disease_ID=0E11DE8C-7FB7-47AE-BC76-766AC830F7BA - Veja a Figura 6 e a animação on-line relacionada à deglutição .
Complexo esfincteriano inferior (EEI)
Veja legenda no próximo slide
O complexo esfincteriano
inferior:
EEI
esfíncter esofágico inferior
(“interno”):
camada circular espessa,
especializada, 3-4cm,
em contração tônica,
15-30 mmHg.
Refluxo pode ocorrer caso
esta pressão seja
inferior a 5 mmHg.
Caso interesse, veja uma revisão
sobre “Os aspectos dos efeitos do
sono no aparelho digestório”, em
especial sobre o refluxo
gastroesofágico durante o sono.
Dantas RO, Aben-Athar CG. Aspectos dos
Relaxamento por inervação
efeitos do sono no aparelho gastrointestinal. oxinitrérgica (NO) mas também
VIP e ATP.
Arq Gastroenterol 2002; 39(1):55-59.
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S000428032002000100010&script=sci_arttext
Inervação: PS e SNE (vago,
inibitório geralmente, inervação
colinérgica receptores
nicotínicos).
Hiato do diafragma:
contrai durante inspiração e
contribui para o aumento do
tônus do EEI
http://www.nature.com/gimo/contents/pt1/fig_tab/gimo14_F7.html
Legenda da figura anterior
•
Esophageal peristalsis and relaxation of the LES induced by swallow result from the
excitation of receptors in the pharynx. The afferent stimulus travels to the sensory
nucleus, the nucleus solitarius (small insert). A programmed set of events from the
dorsal vagal nucleus and the nucleus ambiguus mediates esophageal peristalsis and
sphincter relaxation. The vagal efferent fibers communicate with myenteric neurons
that mediate LES relaxation (large inset). The postganglionic transmitters are nitric
oxide (NO) and vasoactive intestinal peptide (VIP). Transient lower esophageal
sphincter relaxation (TLESR), the principal mechanism of reflux, appears to use the
same efferent neural pathway as the swallow reflex. The afferent signals for TLESR
may originate in the pharynx, larynx, or the stomach. The efferent pathway is in the
vagus nerve, and nitric oxide is the postganglionic neurotransmitter responsible for
LES relaxation. Contraction of the crural diaphragm is controlled by the inspiratory
center in the brainstem and the nucleus of the phrenic nerve. The crural diaphragm is
innervated by right and left phrenic nerves through nicotinic cholinergic receptor
acetylcholine (Ach). +, excitatory effects; –, inhibitory effects. (Source: Mittal and
Balaban2. Copyright © 1997. Massachusetts Medical Society.)
http://www.nature.com/gimo/contents/pt1/fig_tab/gimo14_F7.html
Movimentos do TGI
Revisão dos conceitos básicos e
gerais sobre a motilidade do TGI
Deglutição
Fenômenos motores gástricos e
intestinais
Movimentos do intestino grosso (aula
específica)
Fenômenos motores gástricos e
intestinais
Período interdigestivo (jejum):
complexo migratório mioelétrico
Período digestivo:
- gástricos: recepção, mistura e
esvaziamento
- intestinais: mistura e propulsão
Motilidade gástrica e do I. delgado durante o jejum:
complexo migratório mioelétrico (CMM, estômago  Int. Grosso)
Contractile activity in the stomach and small intestine of a fasting dog, showing the characteristic pattern of the
migrating myoelectric complex. The ligament of Treitz marks the border between the duodenum and the
jejunum. (From Itoh Z, Sekiguchi T: Scand J Gastroenterol Suppl 82:121, 1983.) Berne et al., 2004
Motilidade gástrica e do I. delgado durante o jejum:
complexo migratório mioelétrico (CMM, estômago  Int. Grosso)
Contractile activity in the stomach and small intestine of a fasting dog, showing the characteristic pattern of the
migrating myoelectric complex. The ligament of Treitz marks the border between the duodenum and the
jejunum. (From Itoh Z, Sekiguchi T: Scand J Gastroenterol Suppl 82:121, 1983.) Berne et al., 2004
Fenômenos motores gástricos e
intestinais
Período interdigestivo (jejum):
complexo migratório mioelétrico
Período digestivo:
- gástricos: recepção, mistura e
esvaziamento
- intestinais: mistura e propulsão
O estômago pode ser dividido em:
3 regiões anatômicas
2 regiões funcionais
Fundo
Piloro
Antro
Corpo
Bomba
gástrica:
contrações
fásicas
Reservatório
gástrico:
contrações
tônicas
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
O estômago como reservatório
Relaxamento gástrico é regulado principalmente por reflexos.
Três tipos de relaxamento podem ser observados:
receptivo, adaptivo e relaxamento por feedback
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
O estômago como reservatório
Relaxamento gástrico é regulado principalmente por reflexos.
Três tipos de relaxamento podem ser observados:
receptivo, adaptivo e relaxamento por feedback
Estímulo
mecânico na
faringe
1.
Relaxamento
receptivo
3. Relaxamento
por feedback
Centro
vagal
Fibra vagal
inibitória
2. Relax amento
adaptat ivo
NO + VIP (SNE)
CCK
Nutrientes
ACH
Receptores Nutrientes
de tensão
Distensão
Relaxamento do
reservatório
gástrico
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
Movimentos gástricos de mistura
O deslocamento do alimento do reservatório para
o antro propicia a mistura e simultaneamente, o
esvaziamento gástrico.
A
B
Fundus
Pylorus
Antrum
Corpus
Bomba gástrica
contrações fásicas
Reservatório
gástrico
contrações
tônicas
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=english
Movimentos gástricos de mistura
Graças às contrações tônicas e ondas peristálticas na região do
corpo gástrico, parte do conteúdo gástrico é deslocado para o antro
Contração
tonica
Piloro
Antro proximal
Acúmulo do
quimo
Ondas peristálticas
(bomba pilórica)
Fluxo retrógrado do antro e fluxo para o reservatório
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
A função da bomba antral pode ser diferenciada em 3 fases:
A: fase de propulsão, B: fase de esvaziamento, C: fase de retropulsão
Phases
ABC
A Fase de propulsão
Contração do antro proximal (PA)
Pylorus
Propulsão do quimo para o antro
proximal relaxado
+ contração duodenal
antro
proximal
PA
antro
medial
B Fase de esvaziamento
Contração do antro medial (MA)
antro
terminal
Fluxo transpilórico e retrógrado
+ relaxamento duodenal
MA
fechado
Piloro
aberto
TA
Duodeno
10 sec
C Fase de retropulsão
Contraçãodo antro terminal (TA)
Fluxo retrógrado em jato
+ contração duodenal
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
Líquidos e pequenas partículas saem do estômago
mais rapidamente do que partículas grandes.
Essa discriminação é chamada de função de peneira
Fase de propulsão
Fase de esvaziamento
Fase de retropulsão
Antrum
Fluxo rápido de
líquidos e de pequenas
partículas em
suspensão e fluxo mais
lento para grandes
partículas no antro
Esvaziamento de
líquidos e pequenas
partículas enquanto
grandes partículas são
retidas no antro
terminal
Retropulsão de grandes
partículas (moagem) e
esvaziamento do antro
terminal
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
Sólidos e líquidos do quimo gástrico são
esvaziados com velocidades diferentes
fase de atraso
100
Solids
80
conteúdo
viscoso
60
40
conteúdo
líquido
20
0
0
20
40
60
80
100 120
Tempo (min)
O esvaziamento de líquidos é exponencial. Já o esvaziamento de grandes
particulas sólidas começa apenas após a trituração/moagem suficiente
(fase de atraso). Em seguida, o quimo viscoso é esvaziado de uma maneira
quase linear.
website original: http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/34/?alt=english
Videofluoroscopia dos movimentos
gastrointestinais:
Esvaziamento gástrico (bomba
pilórica) em cão
Movimentos peristálticos intestinais em
cão
(veja aqui o tutorial com esquemas explicativos em
PPT)
Veja muito mais em:
The Moving GUT by Hans Jörg Ehrlein and Michael Schemann
Hans Jörg Ehrlein and Michael Schemann used
videofluoroscopy to visualise the relation between contractile
patterns of the gut and their effect on transit of intraluminal
content.
http://www.wzw.tum.de/humanbiology/data/motility/35/?alt=en
glish
GI Motility
One of the pivotal tasks of gastrointestinal tract is its ability to organise
coordinated transport of luminal content which is perfectly adjusted to the
digestive needs of the body. To achieve this the gastrointestinal tract exhibits
a wide repertoire of motor patterns that are based on spatio-temporal
coordination of muscle activity. The gastrointestinal tract is able to monitor
caloric density, osmolarity and pH of the luminal content and reacts with the
initiation of the appropriate motility pattern.
The fascinating variety of motility patterns is best appreciated by imaging
gut motility and transit of luminal content by videofluoroscopy.
Motility disorders in the gut are major causes and concomitant phenomena of various functional, structural and
inflammatory bowel diseases; one of the most prominent example is irritable bowel disease (IBS).
Movimentos observados no Intestino Delgado
radiografia por contraste (bário)
No jejum:
Complexo migratório
mioelétrico (CMM):
estômago  Int. Grosso
Durante a alimentação:
Movimentos segmentares
(mistura) e peristálticos
Movimentos observados no Intestino Delgado
radiografia por contraste (bário)
No jejum:
Complexo migratório
mioelétrico (CMM) fase III:
estômago  Int. Grosso
Durante a alimentação
Movimentos segmentares
(mistura) e peristálticos
Assuntos:
Conceitos gerais sobre a regulação das funções do
TGI
Movimentos do TGI
Fisiologia da secreção ácida gástrica
Fisiologia da absorção e secreção de água e
eletrólitos
Digestão e absorção dos principais nutrientes
Fisiologia da defecação
Fisiologia das secreções pancreáticas
Profa. Dra. Cristina Maria Henrique Pinto
Profa. Associada II do Depto. Ciências Fisiológicas
CCB-UFSC

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