Slide 1 - ESDE - Federação Espírita Brasileira

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Federação Espírita Brasileira
Estudo Sistematizado
da Doutrina Espírita
PROGRAMA FUNDAMENTAL
Módulo XII: Lei de Sociedade e
Lei do Trabalho
ROTEIRO 4
Limite do
Trabalho
e do repouso
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
•Identificar o limite do trabalho e do repouso.
•Justificar a necessidade do repouso.
• Sendo uma necessidade para todo aquele que
trabalha, o repouso não é também uma lei da
Natureza?
O repouso serve para reparação das forças do
corpo e também é necessário para dar um pouco
mais de liberdade à inteligência, a fim de que se
eleve acima da matéria.
KARDEC. Allan. O livro dos espíritos, questão 682.
• Qual o limite do trabalho?
O das forças. Em suma, a esse respeito Deus
deixa inteiramente livre o homem.
KARDEC. Allan. O livro dos espíritos, questão 683.
Sendo o trabalho uma lei natural, o repouso é a
conseqüente conquista a que o homem faz jus para refazer
as forças e continuar o ritmo de produtividade. O repouso se
lhe impõe como prêmio ao esforço despendido, sendo-lhe
facultando o indispensável sustento nos dias da velhice,
quando diminuem o poder criativo, as forças e a agilidade na
execução das tarefas ligadas à subsistência.
FRANCO, Divaldo Pereira. Estudos espíritas. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 6. ed. Rio de Janeiro: FEB,
1995. Cap. 11 (Trabalho), p. 94.
Assim, o limite do trabalho é o das próprias forças. [...]
Em suma, a esse respeito Deus deixa inteiramente livre o
homem.
KARDEC. Allan. O livro dos espíritos. Questão 683, p. 371.
O limite do trabalho e do repouso é observado,
inclusive, no plano espiritual. André Luiz nos faz inúmeras
referências a respeito deste assunto em sua obra. Em
Nosso Lar, por exemplo, nos informa: Aqui, em verdade, a
lei do descanso é rigorosamente observada, para que
determinados servidores não fiquem mais sobrecarregados
que outros; mas a lei do trabalho é também rigorosamente
cumprida.
XAVIER, Francisco Cândido. Nosso lar. Pelo Espírito André Luiz. 1. ed. especial, Rio de Janeiro: FEB,
2003. Cap. 11 (Notícias do Plano), p. 67-68.
Em Os Mensageiros, há um relato do benfeitor Aniceto
relacionado a uma específica distribuição de tarefas entre os
colaboradores: Na oficina – disse-nos, bondoso –
encontramos revigoramento imprescindível ao trabalho.
Recebemos
reforços
de
energia,
alimentando-nos
convenientemente para prosseguir no esforço, mas
convenhamos que, para muito de nós, a noite representou
uma série de atividades longas e exaustivas. Necessitamos
de algum descanso.
XAVIER, Francisco Cândido. Os mensageiros. Pelo Espírito André Luiz. 1. ed. especial, Rio de Janeiro:
FEB, 2003. Cap. 40 (Rumo ao campo), p. 247.
TRABALHA AGORA
Pondera o tempo – mar em que
navegas,
Inda que a dor te oprima e o mal te
afronte,
Invisível apoio que te escora.
Vive, qual novo dia no horizonte,
Não te afundes no abismo, senda afora,
Sem que a névoa do mundo te
abastarde...
Não prossigas, em vão, tateando às
cegas.
Hoje! Trabalha agora em cada instante;
Glórias, delitos, lágrimas, refregas,
Agora! Trilha aberta ao Sol triunfante!...
Tudo é feito no tempo, de hora a hora...
Muitas vezes, depois é muito tarde!...
Este o amor e a paz, semeando agora
As riquezas do tempo que carregas!
Auta de Souza.
XAVIER, Francisco Cândido & VIEIRA, Waldo. Antologia dos Imortais. Editora FEB.
REFLITA...
Qual a relação existente entre a
necessidade da vida social, da vida em
família, do trabalho, bem como, do limite
e repouso do mesmo?

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