Raulino Tramontin

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Professor Dr. Raulino Tramontin
Organiz.Prof.Dr.Raulino Tramontin
Parte do texto tem como fonte:SETUBAL.M.Alice. Novas Formas de Ensinar e Aprender.In folha de São Paulo dia 36 de março de 2 013;
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A MAIORIA DAS ESCOLAS AINDA TRABALHA
DE MANEIRA LINEAR E SIMPLISTA, ONDE O
ENSINO SE BASEIA EM AULAS EXPOSITIVAS
E LIVRO DIDÁTICO. JÁ A INTELIGENCIA
COLETIVA É COLABORATIVA E SE IRRADIA A
PARTIR DE DIVERSAS FONTES E FORMATOS
O HIPERTEXTO É UM EXEMPLO DO NOVO
PROCESSO DE APRENDIZAGEM. CADA CLIQUE
ABRE INFINITAS PORTAS DE INFORMAÇÕES. O
CONHECIMENTO NÃO ESTÁ MAS ESTANQUE EM
CAIXAS. ELE É TRANSVERSAL E PRODUZIDO NAS
CONEXÕES ENTRE VARIAS INFORMAÇÕES. ESSA
TRANSVERSALIDADE
SE
EXPRESSA
NAS
DEMANDAS DAS EMPRESAS E NAS EXPECTATIVAS
DOS JOVENS
O QUE BUSCAM AS ORGANIZAÇÕES ?
ELAS BUSCAM UM PERFIL DE COLABORADOR QUE
RESPONDA AOS DESAFIOS DO MUNDO
GLOBALIZADO E COMPLEXO. PESSOAS QUE SAIBAM
RESOLVER PROBLEMAS, COMUNICAR-SE
CLARAMENTE, TRABALHAR EM EQUIPE E DE FORMA
COLABORATIVA. QUE USEM TECNOLOGIAS COM
DESENVOLTURA PARA SELECIONAR, SISTEMATIZAR
E CRITICAR INFORMAÇÕES. E QUE SEJAM
INOVADORAS E CRIATIVAS
E OS ALUNOS O QUE QUEREM?
AS PESQUISAS SINALIZAM QUE OS ALUNOS QUEREM
MAIS LIBERDADE E AUTONOMIA, UM ENSINO
PERSONALIZADO, COLABORATIVO E EM REDE, COM
CONTEUDOS RELACIONADOS AO MUNDO REAL. O
JOVEM QUER SENTIR-SE MOTIVADO E CONECTADO
COM AS NOVAS TECNOLOGIAS. QUER SER PRODUTOR
DE CONHECIMENTO E CULTURA, NÃO UM PASSIVO
OUVINTE DE AULAS EXPOSITIVAS.
QUE REAÇÃO DEVEMOS TER FRENTE A VISÃO DAS ORGANIZAÇÕES E A DOS
ALUNOS?
TANTO A DEMANDA DO MERCADO DE TRABALHO
QUANTO O NOVO PERFIL DOS JOVENS ALUNOS
EXIGE UMA MUDANÇA NAS FORMAS DE ENSINAR E
APRENDER. A AUTONOMIA, A CONSTRUÇÃO
COLABORATIVA DO CONHECIMENTO, O DIÁLOGO, A
PARTICIPAÇÃO E A CRIATIVIDADE POTENCIALIZADA
PELAS POSSIBILIDADES DE NAVEGAR NA INTERNET
COM DIFERENTES FERRAMENTAS, SÃO OS EIXOS DE
SUSTENTAÇÃO DESSE NOVO MODELO
E O PROFESSOR ONDE FICA NESSE NOVO MODELO?
O PROCESSO AMPLIFICADO PELAS NOVAS TECNOLOGIAS
FAZ COM QUE O PROFESSOR NÃO SEJA MAIS O ÚNICO
DETENTOR DO SABER. ELE DEVE TORNAR-SE UM
MEDIADOR DAS DIFERENTES FONTES E FORMAS DE
APRENDIZAGEM, FUNÇÃO MUITO MAIS COMPLEXA DO QUE
A DE UM EXPOSITOR DE CONTEÚDOS. TRATA-SE DE UMA
PEDAGOGIA
DESCENTRADA,
PARTICIPATIVA
E
COLABORATIVA,
EM
QUE
INFORMAÇÕES
E
CONHECIMENTOS SE CONECTAM , SE MULTIPLICAM E
VOLTAM A SE CONECTAR GERANDO NOVOS CONTEÚDOS E
FORMATOS. O QUE ELE PRECISA ? DOMINAR AS DIFERENTES
TECNOLOGIAS
O QUE FAZER PARA TORNAR A TECNOLOGIA UMA ALIADA DA EDUCAÇAO?
É PRECISO VENCER O MEDO DO NOVO E SUPERAR A
CULTURA IMOBILIZADOA DA QUEIXA. É PRECISO CAMINHAR
NA DIREÇÃO A UMA CULTURA DA POTENCIA. ESSE
MOVIMENTO CRIA UM NOVO PARADIGMA PARA A
PROFISSIONALIZAÇÃO DO PROFESSOR.
AO SE ATUALIZAR O PERFIL DO PROFESSOR, DANDO-LHE
CONDIÇÕES DE RESPONDER ÀS DEMANDAS EDUCATIVAS
QUE A SOCIEDADE ESPERA DA ESCOLA, RESGATAREMOS A
VALORIZAÇÃO DOCENTE E A FUNÇAO IMPRESCINDIVEL QUE
ESSES PROFISSIONAIS EXERCEM PARA A CONSTRUÇÃO DO
PAIS QUE QUEREMOS.
E AS IES O QUE PRECISAM FAZER PARA ADENTRAR AO USO DAS NOVAS
TECNOLOGIAS?
1. Conforme determina a norma devem disponibilizar em sua pagina na
Internet todas as informações necessárias à comunidade acadêmica;
2. Reimaginar seus projetos de curso com o uso de novas metodologias que
possibilitem o uso e o acesso ao novo ferramental tecnológico;
3. Mais precisamente os Planos de Ensino precisam ser elaborados de forma
participativa com todos os professores para que possam selecionar
metodologias de implementação adequadas que permitam construir ao
longo do processo formativo o perfil desenhado no projeto pedagógico do
curso;
4. O detalhamento do Projeto Pedagógico em Planos de ensino elaborados
de forma colaborativa permite que a IES deixe a zona de conforto e pelo
menos inicialmente analise a viabilidade de utilização das metodologias
sugeridas pela Res.3/2006 da Câmara de Ensino Superior que
matricialmente pode ser assim desenhada:
Matriz curricular: Atividades supervisionadas com duração
em minutos conforme resolução CNE/CES 03/2007
MATRIZ CURRICULAR
Curso:.............................
SA
ATIVIDADES SUPERVISIONADAS EM MINUTOS
TRABALHO
TOTAL
NP
IC
B L
PE
OA
H/A
TI
TG
1º PERÍODO
1. Disciplina 1
2. Disciplina 2
3. Disciplina 3
4. Disciplina 4
5. Disciplina 5
Atividades Complementares
TOTAL
2º PERÍODO
1. Disciplina 1
2. Disciplina 2
3. Disciplina 3
4. Disciplina 4
5. Disciplina 5
Atividades Complementares
3º PERÍODO
Atividades Complementares
Estágio
TOTAL
CC
16
Legenda: SA – Sala de aula; NP – Não Presencial; IC – Iniciação Científica; TI – Trabalho
Individual; TG – Trabalho em Grupo; B – Biblioteca; L – Laboratórios; PE – Prática de Ensino;
OA – Outras Atividades Supervisionadas
5. Necessariamente as IES deverão implantar os 20% não presenciais previstos
na norma que possibilita, o começo do uso das ferramentas da educação a
distancia e a utilização dos diversos meios eletrônicos que possibilitem a
disponibilidade dos textos em sua pagina na internet, as formas de
acompanhamento, as conexões de diálogo entre o professor e o aluno e mesmo a
correção de trabalhos, revisões e provas para verificação do rendimento escolar.
6.Hoje lamentavelmente grande parte não disponibiliza seus projetos pedagógicos
na internet e muito menos ainda os planos de ensino e não dispõem de softwares
necessários para que o aluno possa acessá-los via computador, Ipad, Hiphone ou
outro meio disponível, fazendo uso também das novas linguagens virtuais .
7. Promover o casamento entre a sociedade e suas organizações e o mundo
escolar para que este se aproxime e estreite suas relações tornando sua ação
mais contextualizada e assim responder as necessidades do mercado
ocupacional em termos de conhecimentos, competências e habilidades.
8. Fundamentalmente o que as IES necessariamente deverão fazer é colocar o
ferramental tecnológico à disposição da comunidade acadêmica com eficiência e
eficácia para que os mesmos façam dele o melhor uso.
TECNOLOGIA EM SALA DE AULA NÃO É SUFICIENTE NO
BRASIL DIZ Edvaldo Couto Dr.Educ.Prof.UFBA e mais:
1.A presença de objetos técnicos em sala de aula não significa necessariamente
inovação. Pode ser até retrocesso. A maquina sozinha nada faz. A Educação 3.0 é a
tecnologia de pessoas,que integra pessoas.
2. Para usa tecnologias digitais de forma inovadora nas praticas docentes precisamos
solucionar três problemas:
A) – Melhorar a infraestrutura tecnológica;
B) - Melhorar o aceso à rede;
C) - Formar adequadamente os professores inclusive para uso de Plataformas e seus
aplicativos
3. Quando falamos em tecnologias digitais não mais falamos em maquinas, mas em
pessoas conectadas, fazendo coisas incríveis porque estão juntas, trabalham em
parcerias, de modo coletivo. Se as pessoas não estiverem conectadas e não tiverem
liberdade para discutir e criar, na mudará na educação.
4.Maior desafio: incentivar professores a inovarem práticas docentes usando redes
sociais digitais.
5. A Educação 3.0 trás as tecnologias digitais para a sala de aula para estimular a
produção e a troca de conhecimentos. A ênfase não estará nos objetos técnicos
mais e seus ambientes e aplicativos, mas nas interações, nas trocas, no fazer
coletivo. Então a sala de aula passa a ser qualquer ambiente onde as pessoas se
conectam umas as outras e criam, encontram soluções para seus problemas,
enfrentam coletivamente seus dilemas.
6. Onde tem pessoas conectadas, tem ensino e aprendizados mediados por
tecnologias digitais.
7. O professor não é mais aquele que transmite saber pronto. Na cultura digital
implica coordenar, orientar, incentivar a aprendizagem colaborativa e mais
personalizada. Não se trata mais de uma mesma tarefa para todos num
determinado espaço e tempo.
8. O professor na era digital é aquele que coordena as atividades em torno de algum ou
determinados problemas. Assim muitos grupos, em diferentes espaços e tempos, podem
trabalhar em conjunto. Cada professor e cada aluno pode abrir uma frente de investigação e
todos podem compartilhar duvidas e descobertas. A troca continua de experiências passa a
ser um valor fundamental da Educação 3.0
9. A troca continua de experiências passa a ser um valor fundamental da
Educação 3.0.
10. É possível desejar e imaginar que em breve as paredes poderão ser derrubadas e
que a escola será não um lugar, mas a extraordinária rede de conexões das pessoas
cada vez mais empenhadas em processos de ensino e aprendizagem colaborativos.
11.O que impera ainda é o modelo transmissivo. Todavia as mudanças começam a
ocorrer de forma rápida fazendo com que o uso das tecnologias digitais nos processos
de ensino e aprendizagem mudem radicalmente o modo como fazemos educação.
12. E o futuro o que reserva?
- já se fala em internet corporal – cada corpo se conectara a outros corpos;
- As máquinas serão apenas intermediárias da conexão e restarão pessoas
conectadas - Seria a realização plena do ciborgue
- As escolas tradicionais funcionarão ainda por muito tempo, não nos iludamos,
talvez algumas gerações: há um custo no processo de mudança que precisa ser
avaliado;
- Viveremos ainda por muito tempo entre paredes e redes;
- já me contentaria se as IES começassem uma mudança dentro do que sugere a
resolução 3/2006 da Câmara de Ensino Superior do CNE
- o resto é discurso
UMA NOVA CARTILHA: Confira algumas boas práticas adotadas por
faculdades para melhorar a produtividade de alunos e professores
usando tecnologia
1.CONTEUDO PERSONALIZADO – ESCOLA – um portal reúne o material das aulas e os
conteúdos e exercícios complementares que podem ser acessados online;
ALUNO – O Sistema identifica os assuntos em que o aluno tem mais dificuldade, informando
aos responsáveis e ao professor que pode passar exercícios de reforço
2. CHAMADA ELETRONICA – ESCOLA – OS Sistemas de identificação digital reduzem o tempo
dedicado a atividades como a chamada que tomam cerca de 17 minutos ; ALUNO – O estudante
atesta a presença digitalizando login e senha no computador ou com as digitais, lidas por um
sensor de biometria
3.LIÇÃO DE CASA – ESCOLA - o professor grava c/ câmara simples ou celular um vídeo de 5
minutos com os conceitos da aula. Depois, publica no portal do aluno – ALUNO – De casa ou até
no caminho para a escola assiste o vídeo com o assunto que será discutido na aula. Ele pode
repetir quantas vezes precisar.
4.SALA DE AULA –ESCOLA – os professores tem mais tempo e mais recursos para
oferecer tratamento individualizado aos alunos sem prejudicar o andamento da
aula. Além disso, todo o histórico fica armazenado eletronicamente
4.ALUNO - O tempo em sala pode ser usado para mais atividades em
grupo e para resolução de exercícios. mais complexos.
CC
21
REQUISITO FUNDAMENTAL
Se educadores e o sistema não almejarem
como meta da Educação despertar no aluno a
paixão de aprender como perspectiva de
crescimento humano, de nada adiantará os
investimentos
em
infraestrutura
física,
tecnologia, material didático... Pois a escola
continuará a ser um espaço sem emoção, sem
encantos para despertar a paixão que atrai os
sequiosos de aprender e ensinar.
POR QUE?
Educar é como a arte de cultivar a terra:
estabelece habilidades, competências, atenções
especiais, sensibilidade para aprender com o
tempo, tirar lições da semente que busca
germinar num meio infestado e aprender como
preparar o terreno, o momento de semear, de
regar... A hora de colher... Se não ficar atento às
mudanças, ao tempo da semente, pode perder
tudo.
A PREPARAÇÃO DE PLANO DE ESTUDOS PARA OUTRAS MODALIDADES DE
APRENDIZAGEM
A ESCOLA TAL COMO A CONHECEMOS TEM SEUS DIAS CONTADOS. A
MULTIPLICIDADE DE CANAIS DE APRENDIZAGEM FARÁ COM QUE O PAPEL DA
ESCOLA SEJA O DE ORIENTADORA, CONTROLADORA E CERTIFICADORA, ALÉM
DE SER MAIS UM CANAL DE COMUNICAÇÃO NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
E LOCAL DE BIBLIOTECAS, LABORATÓRIOS E AMBIENTE DE RECOLHIMENTO.
O PAPEL DE CERTIFICADOR, ATRAVÉS DA APLICAÇÃO DE EXAMES DE CONTEÚDO
DE CADA UNIDADE DE CONHECIMENTO SERÁ, COM CERTEZA O CAMINHO DO
FUTURO. O APRENDIZ
JÁ DISPÕE EM SEU PRÓPRIO AMBIENTE DOS
INSTRUMENTOS NECESSÁRIOS A APRENDIZAGEM BASTANDO PROCURAR UMA
IES, MATRICULAR-SE
E PRESTAR, NO DEVIDO TEMPO AS PROVAS DE
CONHECIMENTO, PARA OBTENÇÃO DAS CERTIFICAÇÕES PARCIAIS E DO DIPLOMA
FINAL. O CONHECIMENTO DEVE SER VISTO DE FORMA HOLÍSTICA.
CC
24
UMA APRENDIZAGEM DESREGULAMENTADA
O MUNDO DAS MUDANÇAS ESTÁ CHEGANDO AO CAMPO EDUCACIONAL
AINDA DE FORMA TÍMIDA. TODAVIA NOS PRÓXIMOS ANOS O SETOR
SOFRERÁ UMA REVOLUÇÃO CONSTRUTIVA EM TERMOS DE
DESREGULAMENTAÇÃO, SIMPLIFICAÇÃO E OBJETIVAÇÃO. CADA UM
CONSTRUIRÁ SEU PROJETO DE APRENDIZAGEM DE ACORDO COM SEU
PROJETO DE VIDA E PROCURARÁ NO MUNDO VIRTUAL QUEM LHE
OFEREÇA AS FERRAMENTAS MAIS ADEQUADAS, OPORTUNAS E ÁGEIS
PARA QUE PERMITA AO INDIVÍDUO, FAZER AO MESMO TEMPO,UMA
MULTIPLICIDADE DE ATIVIDADES COM A MESMA EFICIÊNCIA E EFICÁCIA E
COM QUALIDADE DE VIDA. ELE ESCOLHERÁ DE ACORDO COM SUAS
CONDIÇÕES SUA TRAJETÓRIA DE VIDA.
25
O QUE SERÁ NECESSARIO PARA MUDAR O CENÁRIO
ATUAL?
1. REVISÃO DO MARCO REGULATORIO
2.MUDANÇA DE MENTALIDADE POR PARTE DAS IES , POIS OS CONTROLES
ADMINISTRATIVOS SOFRERÃO IMPACTO, ALÉM DOS CUSTOS QUE SERÃO
MAIORES
3.REEDUCAR OS PROFESSORES QUE NÃO EM SUA MAIORIA
NÃO PERTENCE A GERAÇÃO Y PARA ACEITAR O NOVO
FERRAMENTAL E SABER UTILIZÁ-LO, CASO CONTRÁRIO
FICAREMOS NO DISCURSO QUE ACEITA TUDO , CRIA CENÁRIOS
MARAVILHOSOS, MAS QUE NA PRÁTICA ENCONTRA
RESISTENCIAS PARA IMPLEMENTAÇÃO
29
O novo profissional se defrontará contemporaneamente
com uma realidade que tem os seguintes aspectos:
Rápidas transformações: não basta saber uma profissão;
Mudanças, em menor tempo do que no passado, de
paradigmas (tecnológicos, culturais, sociais);
Informações em tempo real: não é possível pensar apenas
localmente;
Tecnologia de base científica: não basta copiar, imitar ou
repetir, é preciso construir, entender, deduzir, intuir, dentre
outras condutas;
Técnicas e algoritmos são superados rapidamente.
CC
31
Esses aspectos exigem:
Capacidade de aprender a aprender;
Capacidade para criação e empreendimento;
Capacidade para enfrentar a realidade em constante
mudança e inovação;
Capacidade para gerenciar informações;
Capacidade para derivar das informações possibilidades
de aplicações no âmbito da atuação profissional;
CC
Capacidade de organização e marketing pessoal
32
AS RESPONSABILIDADES E COMPETÊNCIAS DE UM PROFISSIONAL DE NÍVEL
SUPERIOR SÃO CARACTERIZADAS POR ASPECTOS COMO:
Enxergar mais
longe, no tempo e
no espaço;
Articular-se num
sistema de
relações (de
diferentes
ordens) e não
agir apenas
localmente
(isolado);
Derivar dos
resultados de
pesquisas novas
possibilidades de
atual profissional
e social;
Apresentar
maturidade
psicológica,
emocional, ética,
cientifica e social;
CC
33
AS RESPONSABILIDADES E COMPETÊNCIAS DE UM PROFISSIONAL DE NÍVEL
SUPERIOR SÃO CARACTERIZADAS POR ASPECTOS COMO:
Integrar
conhecimento
de diferentes
áreas e de
diferentes
concepções;
Identificar
sistemas
articulados e
integrados
(realidade
sistêmica);
Propor
diferentes
alternativas
para resolver
problemas.
Modificar
padrões
estabelecidos
;
CC
34
"É
preciso criar pessoas que se atrevam a
sair das trilhas aprendidas, com coragem de
explorar novos caminhos, pois a ciência
constitui-se pela ousadia dos que sonham e
o conhecimento é a aventura pelo
desconhecido em busca da terra sonhada".
Rubem Alves
35
CC
36
Aprendendo a ensinar
Todo ano, toda escola, todo mês, toda
classe, todo dia, todo aluno, tudo muda o
tempo todo. E se não mudarmos também,
se não acompanharmos as mudanças e nos
inserirmos nelas, o mundo nos mudará
assim mesmo e nos tornará ultrapassados e
obsoletos. É nesse mundo sempre novo e
diferente, onde os problemas já não podem
ser apenas obstáculos a nos deterem, mas
antes de tudo desafios a serem superados,
em que ensinar passa a ser uma arte: a arte
de estar sempre aprendendo.
CONTATO CONSULTORIA E ASSESSORAMENTO
EDUCACIONAL LTDA
[email protected]
061-33271688/99915531
CC
37

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