PROCESSO PARA GESTÃO DE RISCOS OCUPACIONAIS.

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COMO ESTRATÉGIA PARA A
COMPETITIVIDADE DAS EMPRESAS
NO MUNDO GLOBALIZADO
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PROCESSO DE GESTÃO DE RISCOS -APLICADO – PGR-A

A crise financeira mundial de 2008 e a
atual, exige uma atenção específica dos
executivos de cada empresa, para a
gestão dos riscos ocupacionais, estes
existentes nos processos operacionais.

Assim a responsabilidade da gestão
destes riscos, é dos seus gestores e
conselhos de administração (Comitês) da
empresa, quanto a supervisão dos riscos
operacionais e ambientais.
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PGR-A
Comitês (comissões) de Gestão de Riscos

Desempenham uma importante ação de preservar a
Saúde e Segurança Ocupacional (SSO) assim como na
preservação do meio ambiente laboral.

Na verdade, todos os organismos internacionais e/ ou
nacionais, que se preocupam com a “SSO” como a
“OSHA EUA” recomendam a instituição destes Comitês,
como ferramenta vital na Gestão dos Riscos Ambientais
e Ocupacionais.
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PGR -A

Mas, para obter os melhores resultados de um
COMITÊ DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
(comissão executiva e determinadora), este tem
que começar com os seguintes requisitos:

Participantes, missão, responsabilidades, etc.,
claramente definidas e entendidas, como
mandatórios nos assuntos do gerenciamento de
riscos de toda a empresa.
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PGR-A

Um Comitê de Gestão de Riscos, estará apto
para determinar o gerenciamento dos riscos
de modo eficaz em sua missão, se formado
com Diretores, Gerentes, Supervisores e
colaboradores da empresa.

E estes com boa vontade e capacidade de
ação proativa para responder as carências,
na Gestão dos Riscos Ocupacionais da
Empresa.
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PGR - A

Podem haver diferenças significativas entre o
que pensa a empresa (SESMT, Diretoria e
Gerencias) e o Comitê Gestor, o que é
saudável e normal.

A troca de informações técnicas e de gestão,
determina critérios e requisitos, para ação de
um Comitê eficaz na solução dos problemas
inerentes aos riscos ambientais e ocupacionais
do processo operacional.
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PGR -A
Criando Oportunidades para Melhorias

Os tempos de crise econômica, geram discussão
significativa e debate em torno da gestão de risco em
todos os tipos de empresas e organizações, com
especial ênfase sobre o papel do conselho de
administração, na supervisão dos riscos estratégicos.

Devido à percepção ainda arraigada em algumas
empresas, de que a gestão de riscos, representa
custos, isto só ocorre quando os seus gestores não
estão devidamente atualizados e preparados.
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PGR - A

Mas, mal sabem eles, que um foco maior nos riscos
ocupacionais, novas oportunidades de melhorias em
saúde, segurança ocupacional e lucros, sempre surgem.

QUESTÕES À SEREM RESPONDIDAS:

Quais são os processos de gestão da empresa que
identificam, avaliam e gerenciam as exposições ao risco?

Como o processo de gestão de riscos determina, que tipo
de risco pode ser assumido ou não, na busca de
objetivos e que estes sejam efetivamente monitorados
com a certeza que estão dentro de níveis aceitáveis​​?
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
O BRASIL GASTA BILHÕES DE REAIS TODOS OS ANOS, COM OS
MAIS VARIADOS TIPOS DE EVENTOS ADVERSOS (ACIDENTES).

São R$ 42 bilhões com acidentes de trabalho por ano fonte: Agência Brasil .

Os acidentes de trabalhos custam aos cofres públicos R$ 42 bilhões por
ano, o que representa 1,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. A
informação é do coordenador da Comissão Tripartite de Saúde e
Segurança no Trabalho (CSST), Remígio Todeschni. Para ele, o combate
aos fatores ambientais, que geram os acidentes de trabalho, pode ajudar
a conter os efeitos da crise financeira internacional.

ISTO É O CUSTO BRASIL.
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De acordo com o CID-10 do Departamento de Saúde e
Segurança Ocupacional da Secretária de Políticas da
Previdência, temos as despesas CAT/RAT abaixo em R$:
2005
2006
2007
2008
2009
– 10 bilhões
– 10,2 bilhões
– 10,7 bilhões
- 11,6 bilhões
– 14,2 bilhões
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
VIDAS DE TRABALHADORES

INVÁLIDOS PERMANENTES

FAMÍLIAS DESTROÇADAS

EMPRESAS COM PASSIVOS

ECONOMIA DESAJUSTADA

PREVIDÊNCIA FALIDA

SOCIEDADE PENALIZADA
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
O TRABALHO FEITO ATÉ AQUI FOI
MUITO BOM.

MAS OS RESULTADOS MOSTRAM
QUE PRECISAMOS INOVAR.
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GERÊNCIA DE RISCOS
É O DESAFIO PRINCIPAL DOS
DIRIGENTES DE EMPRESAS
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COMO OS RISCOS SÃO TRATADOS
AINDA HOJE?
São do tipo reativo, pois as normas,
procedimentos, tipos de proteção etc., são
desenvolvidos ou aplicados após a ocorrência de
um evento que teve por consequência lesões
pessoais.
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“O primeiro objetivo de uma gerência
eficaz é o de diminuir a distância entre o
que se pode fazer de modo seguro e o que
normalmente é feito.”
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 Definir claramente a política organizacional
no Processo de Gerenciamento de Riscos
(PGR-A).
 O compromisso da Diretoria e Gerencias: é
a chave para o sucesso do PGR-A.
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 Com base no programa iniciaremos o curso para preparação de
Consultores em Gestão de Risco com o objetivo de implantar e organizar
os programas adquiridos pelas empresas.
 Toda empresa que adquirir o programa deverá treinar no mínimo um
colaborador do seu quadro funcional como plus de aquisição.
 Haverá também a formação de consultores em Gestão de Riscos que
atuarão na implantação dos programas nas empresas que os adquirir.
Habilitado esse consultor fará parte integrante do quadro de consultores
da ABS.
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 O curso será ministrado em 72 horas/aula, considerando aulas
práticas e teóricas, por especialistas no assunto;
 O curso capacitará o consultor para implantação de todos os
programas Trainnet & Future Media;
 Ocorrerá em horário de expediente administrativo e, eventualmente
será formada turma para fins de semana.
 O conhecimento adquirido pelo participante no curso será certificado
pela ABS desde que ele queira.
 Sem a certificação ele receberá um certificado de participação.
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 Concluído o curso GESTÃO DE RISCO o participante poderá
optar em se tornar um Consultor em Gestão de Risco – Programa
Trainnet & Future Media;
 Para se tornar um Consultor o candidato será avaliado quanto
aos conhecimentos adquiridos no curso mencionado;
 A avaliação se dará por uma banca examinadora, composta por
especialistas e será de forma escrita e oral.
 Os Consultores de Gestão de Risco constarão do site da ABS
onde terão espaço diferenciado especial.
 A certificação deverá ser renovada a cada dois anos mediante
comprovação de novos conhecimentos agregados e/ou nova
avaliação junto a Banca Examinadora.
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PROGRAMAS PARA CAPACITAÇÃO DE GESTORES DE RISCOS

CRIADOR E O GESTOR DE RISCOS

CRIANDO EMPRESA ATENTA E RESPONSÁVEL

PREVENINDO DESASTRES IGUAIS A LONGFORD

FATORES CAUSAIS E CONSEQUENCIAS

CONTROLE DE DANOS PESSOAIS E PERDAS MATERIAIS

GESTÃO DE RISCOS DO PROCESSO OPERACIONAL

O GESTOR DE RISCOS
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
CUSTOS DAS PERDAS MATERIAIS

CUSTOS DA MÁ GESTÃO DOS RISCOS

PIPER ALPHA A ESPIRAL DO DESASTRE

LEMBRANÇAS DE CHARLIE

AUDITORIA COMPLETA DE EHS

O QUE FAZER, AÇÕES EM EMERGENCIAS (PAE)

OUTROS
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
CAPACITAÇÃO TÉCNICA DE GESTORES SENIORS

AVALIAÇÃO GESTORES SENIORS

CERTIFICAÇÃO DESTES PROFISSIONAIS

AVALIAÇÃO PREVIA DOS RISCOS DA EMPRESA

ELABORAÇÃO DO PROJETO ESPECÍFICO

CAPACITAÇÃO GESTORES OPERACIONAIS

AVALIAÇÃO GESTORES OPERACIONAIS

CERTIFICAÇÃO GESTORES OPERACIONAIS
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