19-Dia 13-Painel 5- Guilherme Ramalho

Report
Secretaria de Aviação Civil – PR
O novo modelo de gestão dos aeroportos
A experiência da CONAERO
Brasília, 13 de março de 2013
Agenda
1. GOVERNANÇA DO SETOR
2. INOVAÇÕES NO
PLANEJAMENTO DO SETOR
3. INOVAÇÃO NA GESTÃO
AEROPORTUÁRIA
4. MONITORAMENTO DOS
AEROPORTOS
5. INOVAÇÃO EM SISTEMAS DE
INFORMAÇÃO
• Contexto
• CONAERO
• Autoridades Aeroportuárias
• Planejamento do Setor para Grandes Eventos
• Planejamento e Execução da Rio+20
• O que é o Projeto Eficiência
• Ganhos
• Próximo s Passos
• Apresentação das Inovações das Autoridades Aeroportuárias
• Sistema de Informação Avançada de Passageiros (API/PNR)
• E-GATES
1 – ESTRUTURA DE GOVERNANÇA DO SETOR
Contextualização
250
Crescimento médio anual: 11,8% (2003-2012)
200
180
192
155
150
128
100
71
83
96
102
111
113
20082009
20092010
20102011
20112012
50
0
2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012E
Redução da taxa de crescimento durante a “crise aérea”, entre 2006 e 2008
Crescimento médio de passageiros entre 2008 e 2012: +15%
+13%
+22%
+19%
+8%
Transporte aéreo e a qualidade do serviço prestado
• Principais ações para atender com qualidade os usuários dos aeroportos:
 Investimentos na adequação e expansão da infraestrutura aeroportuária
 Gestão coordenada e eficiente das atividades nos aeroportos
 Diferentes órgãos atuando no mesmo ambiente
 Responsabilidades e procedimentos legalmente estabelecidos
 Prioridades distintas (Segurança, Saúde Pública, etc)
• Necessidade de coordenação entre os principais responsáveis pelos
serviços nos aeroportos
CONAERO
• Comissão Nacional de Autoridades
Aeroportuárias
CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
CONAERO
Comitês
Técnicos
Autoridade
Aeroportuária
Autoridade
Aeroportuária
Grupos
Técnicos
Grupos
Técnicos
Autoridade
Aeroportuária
Grupos
Técnicos
CONAERO
• Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias
Funcionamento da CONAERO
• Propostas para deliberação da CONAERO serão apresentadas por:
 membros da CONAERO;
 Autoridades Aeroportuárias.
• Comitês Técnicos:
 realização de estudos, análise técnica e elaboração de proposta para
deliberação pela CONAERO.
• Reuniões Ordinárias a cada 3 meses
Propostas para
Deliberação
AA
Comitê
Técnico
Comitê
Técnico
Membros
AA
Discussão e
Deliberação
Decisão
(consenso)
Implementação
Monitoramento
Comitês Técnicos da CONAERO
• A CONAERO possui 4 comitês técnicos:
 Indicadores de Desempenho Aeroportuário
 Integração de Sistemas de Informação
 Desburocratização
 Operações Especiais (alta demanda)
• Comitês com membros de instituições da CONAERO e convidados
Criação
Comitê
CONAERO
Deliberação
CONAERO
Reunião
Inicial
Trabalho
Decisão
(consenso)
Monitorar
resultados
Autoridade Aeroportuária Local
Autoridades Aeroportuárias Constituídas
• Autoridades constituídas em 12 aeroportos:
 Sul: Porto Alegre e Curitiba
 Sudeste: Guarulhos, Congonhas, Galeão, Santos Dumont e Confins,
Viracopos
 Nordeste: Salvador, Recife e Fortaleza
 Norte: Manaus
 Centro-oeste: Brasília
Relação CONAERO/Autoridade
CONAERO
-Coordenação do exercício das competências dos órgãos e entidades nos aeroportos
-PROFAL
-Estabelecer e avaliar parâmetros e padrões de desempenho
-Definir, orientar e monitorar o funcionamento das Autoridades
Membros
-Decisões
- Metas
- Padrões
- Parâmetros
-Propostas
-Reporte de
desempenho
Comitê
Técnico
Auxílio à tomada de
decisão em assuntos
específicos e complexos
Autoridade Aeroportuária
Operacional:
- Integração entre os órgãos e entidades no aeroporto
- Operador
-Solução
de questões operacionais excepcionais
-Receita
-Coleta e registro de dados quantitativos/qualitativos
Federal
-Polícia
Estratégico:
Federal indicadores/metas
- Acompanhar
-ANVISA
-Sugestões
ao operador do aeroporto e à CONAERO
-VIGIAGRO
-ANAC
-DECEA
Grupo
Técnico
Benefícios Alcançados
Melhoria na
utilização da
Infraestrutura
Planejamento
integrado
Facilidade na
comunicação
CONAERO
e
Autoridades
Aeroportuárias
Fórum
centralizado
de consulta
Integração de
informações
Ações
coordenadas
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
Telas com Movimentação de Bagagens
Controle dos Táxis nos Aeroportos do Rio de Janeiro
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
Combate aos Furtos no Estacionamento de Viracopos - SP
Implantação dos Centros de Gerenciamento
Aeroportuário
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
PROFAL – Programa de Facilitação
• Simplificação, otimização e automação de
formalidades indispensáveis;
• Eliminação de formalidades desnecessárias.
Eficiência
Operacion
al
Capacidad
e de
Terminais
Qualidade
de Serviço
Manual de áreas aeroportuárias de órgãos públicos
Conteúdo: diretrizes para a determinação
de áreas em aeroportos para os órgãos
públicos membros da CONAERO com
atuação direta na prestação de serviços
aos passageiros.
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
OPERAÇÃO FIM DE ANO
Período: 18 dez a 07 jan
Atrasos na Rede INFRAERO e Concessionários
Comparativo Dezembro de 2009 - 2010 - 2011 - 2012
> 30 min
> 60 min
Instituição da CONAERO
21,99%
18,24%
14,01%
11,23%
8,42%
6,82%
4,51%
3,08%
2009
2010
2011
2012
Fonte: HSTVOOS – INFRAERO
Europa
(fonte: Eurocontrol)
2010
2011
2012
Atraso > 30 min
EUROCONTROL
26,20%
9,30%
12,80%
Atraso > 60 min
EUROCONTROL
13,40%
3,50%
5,30%
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
OPERAÇÃO FIM DE ANO
12 Aeroportos Fiscalizados em 2012 (Em
2011 foram apenas 6):
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Galeão e Santos Dumont
Congonhas, Guarulhos e Campinas
Brasília
Confins
Salvador
Fortaleza
Recife
Porto Alegre
Curitiba
Total de Autos de Infração
250
205
200
150
100
70
50
0
Total de 290 servidores
13 de dezembro de 2012 a 14 de janeiro de 2013
Fonte de Dados: SMI
2011
2012
Alguns Resultados das Reuniões: CONAERO e Autoridades Aeroportuárias
MANIFESTAÇÕES DOS PASSAGEIROS (críticas e reclamações, entre outros)
Manifestações
30000
• Ao mesmo tempo em que cresceu o
número de passageiros transportados, o
número de manifestações recebidas dos
passageiros pela ANAC caiu 40% em 2012.
25000
24540
20000
14724
15000
10000
• Isso corresponde a uma manifestação
para cada 6.883 passageiros ou uma
manifestação para cada 82 voos.
5000
0
2011
2012
2 – INOVAÇÕES NO PLANEJAMENTO DO SETOR AÉREO
Modelo de Planejamento para Grandes Eventos
1ª Etapa
2ª Etapa
Etapa Final
Estágio A
JORNADA MUNDIAL DA
JUVENTUDE
Evento de massa
RIO+20
COPA DO
MUNDO
2014
Tratamento de VIP’s
COPA DAS
CONFEDERAÇÕES
Rede de Aeródromos
 Evento de massa
Tratamento de VIP’s
Rede de Aeródromos
Estágio B
JOGOS OLÍMPICOS E
PARALÍMPICOS RIO
2016
 Evento de massa
Tratamento de VIP’s
Rede de Aeródromos
Acessibilidade
Estrutura do Planejamento
 Copa das Confederações 2013, Jornada Mundial da Juventude e Copa do Mundo
2014
Item
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
Grupo
Demanda
Capacidade
Legislação
Gerenciamento de Processos
Gerenciamento da Infraestrutura
Segurança e defesa
Recursos Humanos
Treinamentos
Comunicação social
Melhorias Nível de conforto
Caso de Sucesso -Planejamento Rio+20
Objetivo
Planejamento e execução de
medidas preventivas e operativas
usadas na
Rio +20
ÓRGÃOS ENVOLVIDOS
Casa
Civil
ANAC
SAC
ANVISA
MD
MF
MJ
MAPA
MRE
MMA
Manual Planejamento Rio+20 Setor de Aviação Civil
Orientações Gerais aos participantes para a chegada ao Brasil
Normas para tratamento e facilitação
Recepção de Chefes de Estado e Comitivas
Estacionamento de aeronaves - 110 posições extras no Galeão
Mapeamento de Fluxo nos terminais de passageiro e BAGL
Planejamento de Estacionamento de Veículos
Melhorias do Nível de Conforto nos Aeroportos - salas vips
Recursos Humanos - Incremento e Treinamentos
Funcionamento do Espaço Aéreo - Restrições e orientações
Resultados Finais da Rio+20
1. Elaboração de Manual da Operação
(base para demais eventos)
2. Tratamento das Autoridades em tempo médio inferior a 10 minutos
•
19 aeronaves de Chefes de Estado tratados em 2 horas (planejado 6/hora)
3. Reforço de Pessoal: MRE, ANAC, INFRAERO, DECEA, RFB, PF,
VIGIAGRO e ANVISA
4. Integração das ações de todos os órgãos
Números da Rio+20*
Comitivas oficiais
(chegadas e partidas)
Chefes de
Estado
Aeroporto do
Galeão
206
48*
2911
BAGL
200
45**
1014
Local
Voos processados
*Fonte: Relatório Final Julho 2012 – Rio +20 - INFRAERO
** Fonte: Relatório Final sobre a conferência Rio + 20 - DECEA
(Passageiros)
Planejamento Copa das Confederações 2013
Dados Básicos
2º Maior Torneio de Seleções FIFA
Evento-Teste para a Copa do Mundo
FIFA 2014
Período de Realização
De 15 a 30 de junho de 2013
Sedes:
Brasília, Rio de Janeiro, Belo
Horizonte, Fortaleza, Recife e
Salvador.
Recebimento de Delegações
Esportivas e deslocamento aéreo
entre sedes durante o evento
Imagem Ilustrativa da Copa das Confederações Alemanha 2005
Planejamento Copa das Confederações 2013
ESTRATÉGICO
MODELO DE GOVERNANÇA PARA O EVENTO
FIFA
GECOPA
CGCOPA
SESGE
Força Tarefa
CCivil
CONAERO
COMITÊ
OPERAÇÕES
ESPECIAIS
TÁTICO
OPERACIONAL
GT
EXECUTIVO
AEROPORTOS
CÂMARAS
TÉCNICAS
AUTORIDADES
AEROPORTUÁRIAS
SUBCOMITÊ
CAPACIDADE
COMITÊ
ORGANIZADOR
LOCAL
SECOPA
Planejamento Jornada Mundial da Juventude - JMJ
Dados Básicos
Encontro mundial de jovens católicos
Número esperado de peregrinos
2,5 milhões
Período de Realização da Pré-jornada
De 17 a 20 de Julho de 2013
(forte imigração para diversos pontos do país)
Período de Realização da Jornada
De 23 a 28 de junho de 2013
Sede: Rio de Janeiro
Utilização da Base Aérea de Santa Cruz
Peregrinos estrangeiros
representaram 36,4% do total
Imagem Ilustrativa do Evento em Madrid 2011
Planejamento Jornada Mundial da Juventude - JMJ
ESTRATÉGICO
MODELO DE GOVERNANÇA PARA O EVENTO
SECRETARIA-GERAL
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA
GT EXECUTIVO
AEROPORTOS
OPERACIONAL
TÁTICO
CONAERO
COMITÊ
OPERAÇÕES
ESPECIAIS
AUTORIDADES
AEROPORTUÁRIAS
SUBCOMITÊ
CAPACIDADE
COMITÊ
ORGANIZADOR
IGREJA CATÓLICA
3 – INOVAÇÃO NA GESTÃO AEROPORTUÁRIA
(Projeto Eficiência)
Projeto Eficiência em Aeroportos
O QUE É E PORQUE...
Trabalhar nos processos sob a ótica dos passageiros;
Identificar oportunidades de curto, médio e longo
prazos;
• Priorizar oportunidades com resultado de curto prazo;
Equipe multidisciplinar que busca avaliar os
processos de modo integrado (visão sistêmica);
• Aprovação dos Procedimentos Operacionais Padrão - POP
pela Autoridade Aeroportuária
Projeto Eficiência
Status
Projeto Eficiência
Resultados
(Controle de acesso e inspeção)
Antes
Redesenho
Pré-filas
Acesso Facilitado
Agentes de fila
identificação dos canais
Maior área para
formação de fila
Referência IATA
Baseline
Aceitável (90% PAX
atendidos)
Aceitável (90% PAX atendidos)
Inspeção de Passageiro Doméstico TPS-1
3 a 7 min.
Inspeção de Passageiro Doméstico TPS-2
Processo
Medições
Melhoria %
4 min
3 min
25,0%
3 a 7 min.
8 min
3 min
62,5%
Inspeção de Passageiro Internacional TPS-1
3 a 7 min.
7 min
3 min
57,6%
Inspeção de Passageiro Internacional TPS-2
3 a 7 min.
8 min
3 min
62,5%
Projeto Eficiência Processo
Imigração - TPS-1
Imigração - TPS-2
Resultados
(Imigração TPS 2)
Referência IATA
Aceitável
(90% PAX atendidos)
Baseline
Aceitável
(90% PAX atendidos)
Medições
Melhoria %
7 a 15 min.
7 a 15 min.
21 min
13 min
13 min
6 min
38,10%
54,00%
Entrada
8
8
Acesso Brasileiros
Acesso Brasileiros
7
Funcionário
Gestor de Fila/Pré-Fila
Passageiro
Comunicação Visual
1
Identificação de Pré-Fila
Acesso Funcionários
Acesso Estrangeiros
1
1
2
2
Estrangeiros
Estrangeiros
3
Polícia Federal
Polícia Federal
Acesso Funcionários
Pré-fila
4
3
4
Pré-fila
5
5
Brasileiros
Brasileiros
6
6
6,0 mm x 6,0 mm x 6,0 mm x
6,0 mm 6,0 mm 6,0 mm
6,0 mm x 6,0 mm x 6,0 mm x
6,0 mm 6,0 mm 6,0 mm
Acesso Estrangeiros
205%
171%
7
128,88 m² 385,01 m²
34,56 m² 93,65 m²
Ganho
Prioridade e
Tripulação
Imigração
Sala de Autoridades e Comitivas
Atual
Acesso Prioridade/Tripulação
Acesso Prioridade/Tripulação
Prioridade e
Tripulação
Setor
Áreas de Fluxo
Inicial
Entrada
Acesso Autoridades/Comitivas
Acesso Autoridades/Comitivas
Projeto Eficiência
Resultados
Desempenho dos processos* no Projeto Eficiência Operacional
60%
52%
50%
46%
40%
30%
28%
25%
31%
23%
20%
13%
10%
0%
Check-In
Inspeção de
Passageiro
Emigração
Imigração
Alfândega
Restituição
de Bagagem
* Economia percentual no tempo médio de processamento.
Média
Global
Próximas Etapas do Projeto Eficiência
MÓDULO
MÓDULO
Projeto Eficiência Passageiros
Fortaleza
Santos Dumont
Congonhas
30/08/12
10/09/12
03/09/12
Salvador
Porto Alegre
B
INÍCIO
PREVISTO
MAR/13
C
Manaus
MÓDULO
Recife
D
Curitiba
Cuiabá
INÍCIO
PREVISTO
AGO/13
4 – INOVAÇÃO NO MONITORAMENTO DOS AEROPORTOS
Indicadores de Desempenho Aeroportuário
O QUE É E COMO...
 Empresa contratada pela SAC/PR está fazendo
pesquisa qualitativa e quantitativa nos aeroportos
 Início das coletas foi em dezembro de 2012
 Pesquisa com Plano de Trabalho
 Arquivos eletrônicos para envio dos dados
 Integração com Sistema Integrado de Monitoramento
da Presidência (SIM/PR)
Abrangência da Coleta - 15 Aeroportos
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
•
Guarulhos-SP
Galeão-RJ
Brasília
Confins-MG
Porto Alegre
Recife
Salvador
Curitiba
Manaus
Fortaleza
Natal
Cuiabá
Campinas-SP
Congonhas-SP
Santos Dumont-RJ
Indicadores qualitativos a serem avaliados
Integração das Informações SAC e Presidência da Rep.
Aeroportos enviam dados
para a Contratada
AEROPORTOS
AEROPORTOS
AEROPORTOS
Contratada repassa
dados para a
Presidência da
República
CONTRATADA
PRESIDÊNCIA
DA
REPÚBLICA
SIM/PR
Encaminhamento dos dados
para o SIM/PR e para a SAC/PR
(DIRTI)
AEROPORTOS
SAC/PR
AEROPORTOS
5 – INOVAÇÃO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Sistema de Informação Avançada de Passageiros
O QUE É E PORQUE...
 Dados de Passageiros serão recebidos antes da viagem por sistema
integrado de informação
 Integração de Sistemas da Polícia Federal, Receita Federal,
ANVISA, VIGIAGRO e demais órgãos
 Utilizará padrão mundial API (Advanced Passenger Information)
 Dados utilizados para a inteligência do governo brasileiro
 Utilizará Identificação biométrica
OBJETIVOS:
 Aumentar a segurança e a efetividade dos serviços públicos
prestados nos aeroportos – controle migratório e aduana.
Sistema de Informação Avançada de Passageiros – Modelo Proposto
API
Projeto de Inovação em discussão SAC e Polícia Federal – E-GATES
O QUE É E PORQUE...
 Sistema de Autoatendimento de Identificação de
Pessoas no processo de Migração nos Aeroportos
 Melhorará o processamento
diminuindo o tempo de fila
 Reduzirá os custos de mão de obra
de
passageiros,
Projeto de Inovação em discussão SAC e Polícia Federal
E-GATES no Controle Migratório
Secretaria de Aviação Civil – PR
Muito obrigado.
Guilherme Walder Mora Ramalho
[email protected]

similar documents