Raysa - Lista 0.. - Colégio Planeta

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Colégio Planeta
Prof.: Raysa
Lista de Língua
Portuguesa
Aluno(a):
Pré-ENEMais
Questão 01 - (UFPR)
Observe a charge de Cícero:
(<http://noticias.uol.com.br/album/2013/06/18/protestospelo-brasil-viram-charges.htm#fotoNav>, 26 jun.2013.)
Tendo por base a charge, considere as seguintes afirmativas:
1.
2.
3.
4.
O autor aponta a falta de propósito das manifestações,
representada na charge pelos cartazes em branco.
O autor problematiza a alienação dos brasileiros em época
de Copa do Mundo.
A linguagem não-verbal enaltece a principal característica
brasileira: a paixão pelo futebol.
A polissemia do título aproxima as manifestações ocorridas
de um de seus principais alvos: o gasto com a Copa do
Mundo.
Assinale a alternativa correta.
A)
B)
C)
D)
E)
Data: 29 / 08 / 2014
Somente a afirmativa 4 é verdadeira.
Somente a afirmativa 3 é verdadeira.
Somente as afirmativas 1 e 4 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 2 e 3 são verdadeiras.
Somente as afirmativas 1, 3 e 4 são verdadeiras.
Por que estudar a cultura indígena e afro-brasileira?
Os currículos escolares, tradicionalmente, sempre
trabalham a História Geral e a História do Brasil, a partir de uma
postura eurocêntrica, tendendo a olhar os povos indígenas e afros
sempre com um esgar de olhos que deflagram um descaso com a
riqueza e a complexidade dessas culturas. Historicamente,
passamos a interpretar a História Oficial de nosso país a partir do
ponto de vista da classe dominante, o que condenou à ignorância
a contribuição cultural, social, política e econômica que os negros
e os índios, em suas respectivas conjunturas, legaram ao Brasil.
(...)
Legados à condição de mão-de-obra barata e servil,
presos em suas senzalas e aldeias, negros e índios sempre
caminharam pelos recônditos da História, paralelo às
transformações sociais, econômicas e políticas que aconteciam
no Brasil litorâneo. Brasil esse forjado pelos grandes ciclos
econômicos e transformações políticas diversas. O que esse
Brasil não assume (porque no fundo ele sabe) é que o grande
construtor da sociedade brasileira sempre foram seus inúmeros
coadjuvantes, forjando uma nação a partir da resistência, dos
sincretismos e da miscigenação.
Octávio Ianni dizia que a cada época histórica o Brasil
debruça-se sobre a questão nacional. Essa preocupação resulta
do fato de que nossos intérpretes sempre sentem a necessidade
de problematizar a formação da sociedade brasileira, justamente
para poder entender o presente e compreender nossa verdadeira
identidade nacional. Na maioria das vezes, a empreitada torna-se
difícil, pois estes se deparam com a questão da diversidade
Turma:
Lista
02
Turno: Matutino
cultural no caminho. É como se a problemática acerca da
identidade nacional fosse representada por um enorme “quebracabeças”, um mosaico no qual, na medida em que fôssemos
juntando as peças, novas lacunas surgiriam, impedindo uma
percepção clara do problema, mas ao mesmo tempo dando
uma dimensão múltipla do tema.
Neste sentido, surge uma questão importante: a
formação do povo brasileiro está atrelada incondicionalmente à
tensa relação entre a classe dominante e a classe subalterna.
Legados à condição de força de trabalho escrava, negros e
índios resistiam aos desmandos dos patrões, em certos
momentos, a partir do enfrentamento, mas a estratégia adotada,
mesmo que inconscientemente, era sempre silenciosa. A
contribuição desses povos está nos costumes, comidas típicas,
modos de vestir, sotaques, práticas culturais únicas, sincretismo
religioso, peças preciosas do grande mosaico em que se tornou
o Brasil.
Os “esquecidos da história” (...) adotaram,
inconscientemente, a estratégia da memória, passando de
geração em geração suas culturas, seu capital simbólico
próprio, onde não precisam de registros impressos para se
fazer entender. Não precisam da legitimidade da elite, bastam
ser “lembrados pelos pares”. Isso já é suficiente para que se
forje uma grande nação!
Estudar a “História da cultura afro-brasileira e indígena”
requer revisar aquilo que já se falou sobre negros e índios,
buscando considerar a contribuição destes na formação da
sociedade brasileira. Tudo que for estranho aos nossos olhos
tem que ser investigado a fundo. No final, outra visão será
construída.
O importante é que essa nova visão não se constitua
como verdade absoluta, mas que se constitua como ferramenta
para seguirmos em frente, em busca de novas respostas e
desarmados de qualquer tipo de preconceito e estranhamento.
Lembremos que o mosaico nunca se completa, o “quebracabeças” que não se soluciona justamente por compreender
sua própria complexidade. Afinal de contas, não é assim que a
ciência sempre agiu?
Khemerson de Melo Macedo - Coordenador Geral de Projetos
do NCPAM, finalista em Ciências Sociais pela UFAM.
Disponível em: http://www.ncpam.com.br. Acesso em: 24ago.2013.
Questão 02 - (IFPE)
Com base no material linguístico do texto, avalie os comentários
a seguir e indique a alternativa correta.
A)
Para reforçar como os estudos acerca dos negros e dos
índios vêm se dando no Brasil e estabelecer um
contraponto com a visão que deve ser construída, o autor
faz uso de advérbios que expressam ideia de tempo, a
exemplo de ‘tradicionalmente’, ‘sempre’ e ‘historicamente’.
B) A repetição do vocábulo ‘Brasil’, no segundo parágrafo,
prejudica a qualidade do texto. A fim de evitar esse
prejuízo, o autor poderia ter empregado a técnica da
substituição, por meio de termos como ‘país’ e ‘nação’,
sem, com isso, gerar alteração semântica.
C) No terceiro parágrafo, ao fazer uma citação indireta de
Octávio Ianni, Khemersom Macedo obtém uma referência
intertextual explícita para sustentar sua ideia. Dessa forma,
contudo, comprometeu a coerência do texto, já que não há
dados acerca do perfil de Ianni.
D) No quarto parágrafo, a expressão ‘peças preciosas’ foi
empregada para substituir os seguintes referentes: ‘povos’,
‘costumes’, ‘comidas típicas’, ‘modos de vestir’, ‘sotaques’,
‘práticas culturais únicas’ e ‘sincretismo religioso’. Nesse
caso, a relação semântica estabelecida é de sinonímia.
E)
Em praticamente todos os parágrafos, o autor remete a
‘índios’ e ‘afros’, seja por repetição literal dos vocábulos, seja
por substituição. Essa estratégia garante a unidade temática
do texto, apesar de gerar danos à progressão textual.
pai - o avião. Isso autoriza o piloto a pôr o filho na cadeira do
copiloto e “acompanhá-lo” enquanto ele pousa o aparelho
levando 300 passageiros? O filho de um madeireiro, apenas por
ser quem é, estará autorizado a brincar com uma motosserra?
E o filho de um proctologista estará apto a manipular o
instrumento de trabalho de seu pai? (...)
A professora Maria de Lourdes Trassi, da Faculdade
de Psicologia da PUC-SP, rebate o argumento da psicóloga da
PM, dizendo: “O cirurgião pode até dar o estetoscópio ou a luva
[para o filho brincar]. Mas não vai lhe apresentar o bisturi”.
Também acho. E há muitas coisas com que o filho de
um PM pode brincar - gás de mostarda, bombas de gás
lacrimogêneo, balas de borracha -, sem ter de apelar para
armas de fogo.
(Ruy Castro, Folha de S.Paulo, 19.08.2013)
Questão 05 - (ESPM SP/2014)
No 2º parágrafo, as perguntas feitas pelo autor são:
A)
Questão 03 - (FUVEST SP)
A tirinha tematiza questões de gênero (masculino e feminino),
com base na oposição entre
A)
B)
C)
D)
E)
permanência e transitoriedade.
sinceridade e hipocrisia.
complacência e intolerância.
compromisso e omissão.
ousadia e recato.
Questão 06 - (IBMEC SP/2014)
Supremo blá-blá-blá
Adão Iturrusgarai
Folha de São Paulo, 05/03/20 3.
Questão 04 - (UERJ/2014)
A disposição dos manifestantes contrasta com a atitude do
homem de terno e gravata. Essa atitude, no que diz respeito ao
uso da linguagem, caracteriza-se por:
A)
B)
C)
D)
declarativas, que comparam a periculosidade das mais
variadas atividades profissionais.
B) retóricas, que contradizem a declaração da professora da
PUC.
C) retóricas, que questionam o posicionamento da psicóloga
da PM.
D) ideológicas, que polemizam a postura tanto da psicóloga
quanto da professora.
E) exclamativas, que expressam os sentimentos de ironia
sobre o tema em questão.
falsa indignação.
pouca formalidade.
clara agressividade.
muita subjetividade.
Abraham Lincoln levou pouco mais de dois minutos
para pronunciar o discurso de Gettysburg (1863), às vezes
considerado a maior peça de oratória em todos os tempos.
Ninguém esperaria encontrar tamanho talento para a concisão
no Supremo Tribunal Federal brasileiro, mas o contraste
ressalta que falar muito não significa ter muito a dizer.
Os maus hábitos da linguagem empolada e da expressão
prolixa continuam a prosperar no Judiciário; no Supremo, ainda
mais em julgamento momentoso como o do mensalão, chegam
ao apogeu. Nem mesmo certas vulgaridades, salpicadas por
alguns dos advogados da defesa, alteraram a sensação do
leigo de assistir a um espetáculo obscuro e bizantino.
Não há dúvida de que a Justiça deve examinar cada aspecto
com cuidado, nem de que muitos aspectos são alvo de
controvérsia. Ainda assim, será necessária tamanha
verbosidade, reflexo, aliás, da extensão interminável dos autos,
a versão escrita de cada processo?
(...)
(http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/61784-supremo-bla-bla-bla.shtml)
No primeiro parágrafo, o autor optou por apresentar a ideia
principal do texto,
Crianças brincando
Uma psicóloga da PM-SP
defende que crianças de oito anos
podem manusear armas de fogo,
“desde que acompanhadas pelos
pais”. É normal, diz ela, que o filho
de um policial tenha curiosidade
sobre o instrumento de trabalho de
seu pai, “assim como o filho do
médico tem sobre o estetoscópio”. A
recente tragédia em São Paulo, envolvendo o menino Marcelo
Pesseghini, 13, suspeito de matar seus pais (ambos, policiais
militares), a avó e a tia-avó, e que se matou em seguida, tudo a
tiros, não abalou sua convicção.
Vejamos. É normal que o filho de oito anos de um piloto
de aviação tenha curiosidade sobre o instrumento de trabalho do
A)
B)
C)
D)
E)
aproximando-a por semelhança com um fato histórico.
intercalando-a com uma citação de Abraham Lincoln.
explorando uma relação de oposição.
apresentando um questionamento sobre o tema.
considerando perspectivas complementares sobre
mesmo tema.
o
IDH 2013: Brasil mantém posição
O Brasil está no grupo dos países com índice de
desenvolvimento humano (IDH) elevado, indicou a edição de
2013 do Relatório de Desenvolvimento Humano do Programa
das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) - há, ainda,
os índices muito elevado, médio e baixo. De acordo com o
levantamento, divulgado em 14/3, o país ocupa o 85º lugar no
ranking de 187 nações avaliadas, mesma posição registrada em
2011. Numa escala de 0 a 1, quanto mais o IDH se aproxima de
1, maior é o desenvolvimento humano - avaliado a partir dos
níveis de expectativa de vida, acesso à educação e renda da
população. Os dados são referentes a 2012. O índice brasileiro foi
de 0,730 (em 2011 foi de 0,728). A média da América Latina foi
de 0,741, informou a Folha de S. Paulo (14/3). O país com melhor
classificação no continente foi o Chile (0,819), na 40ª posição,
informou o site da revista Carta Capital (14/3).
O Brasil está entre os 15 países que mais reduziram o
déficit do IDH entre 1990 e 2012, melhorando o índice em 24% - o
maior avanço entre os países da América do Sul. O destaque
deveu-se ao foco na redução das desigualdades e da pobreza e à
política estrutural de longo prazo adotada no país, segundo o
Pnud. O relatório aponta, ainda, que o grupo das três principais
nações em desenvolvimento (Brasil, China e Índia) está
remodelando a dinâmica mundial no contexto amplo do
desenvolvimento humano.
O Pnud calculou também um ranking com base nas
desigualdades internas em saúde, educação e renda. Nesse
caso, mesmo Noruega e Austrália, 1º e 2º colocados, perdem
pontos, embora mantendo, ainda, suas posições. Já os Estados
Unidos despencam do 3º lugar para o 16º. O Brasil fica 12
posições abaixo, passando ao 97º lugar.
Como ocorrera após a divulgação do IDH de 2011 (Radis
112), o governo brasileiro criticou os resultados do relatório do
Pnud. Segundo os ministros da Educação, Aloizio Mercadante, e
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello,
o documento é elogioso aos avanços brasileiros; no entanto, são
necessários ajustes, informou o Portal do MEC (14/3).
Os ministros apontaram que, em Educação, os dados
utilizados são de 2005 e oriundos de fontes não reconhecidas
pelas agências estatísticas nacionais. De acordo com os
ministros, o relatório do Pnud não incluiu nos cálculos 4,6 milhões
de crianças de 5 anos matriculadas na pré-escola, bem como nas
classes de alfabetização, nem considerou a jornada escolar atual
de nove anos. “Se fizéssemos só esta correção, subiríamos 20
posições”, ressaltou Mercadante.
Disponível em: http://www6.ensp.fiocruz.br/radis/conteudo/idh2013-brasil-mantem-posicao. Acesso em: 22/10/2013. Adaptado.
Questão 07 - (ACAFE SC/2014) De acordo com o Programa das
Nações Unidas para o Desenvolvimento, se o ranking no IDH
tivesse como base de cálculo a saúde, a educação e a renda:
A)
a Índia ficaria em posição inferior ao Brasil, e a China teria
um índice elevado (ou muito alto).
B) o Brasil perderia pontos, saltando da 85ª para a 97ª posição.
C) os Estados Unidos ficariam à frente da Noruega e da
Austrália.
D) todos os países em desenvolvimento perderiam posições,
inclusive o Chile.
Considere o fragmento do conto Primeiro de Maio, de Mário de
Andrade.
No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis
horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto,
até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da
Luz que queria celebrar e havia de celebrar. Os outros
carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo,
viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado.
Mas o 35 retrucava
com altivez que não carregava mala de ninguém, havia
de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.
[...]
Com seus vinte anos fáceis, o 35 sabia, mais da leitura dos
jornais que de experiência, que o proletariado era uma classe
oprimida. E os jornais tinham anunciado que se esperava grandes
“motins” do Primeiro de Maio, em Paris, em Cuba, no Chile,
em Madri.
[...]
Comunismo? ... Sim, talvez fosse isso. Mas o 35 não sabia
bem direito, ficava atordoado com as notícias, os jornais falavam
tanta coisa, faziam tamanha mistura de Rússia, só sublime
ou só horrenda, e o 35 infantil estava por demais machucado
pela experiência pra não desconfiar, o 35 desconfiava. Preferia
o turumbamba porque não tinha medo de ninguém, nem do
Carnera, ah, um soco bem nas fuças dum polícia...
(Contos novos, 1997.)
Questão 08 - (FMJ SP/2014) De acordo com o fragmento, os
jornais
A)
anunciavam que haveria uma grande comemoração do
Primeiro de Maio na Rússia.
B) alinhavam politicamente Paris, Cuba, Chile e Madri à
Rússia.
C) afirmavam que haveria grandes motins na Rússia no
Primeiro de Maio.
D) denunciavam que os carregadores de mala na Rússia não
tinham feriado.
E) definiam a Rússia de modos opostos e extremos, apenas
boa ou apenas ruim.
Considere o texto de Maria Rita Kehl.
Por que escolhi a delicadeza como parte essencial da
condição humana? Por não ser uma qualidade intrínseca do
humano. Isso é justamente o que a faz necessária. A
delicadeza não é causa de nossa humanidade, é efeito dela.
Não é meio, é finalidade. O homem não é necessariamente
delicado – daí a urgência de se preservar, na vida social, as
condições para a vigência de alguma delicadeza.
Erramos ao chamar os atos que nos repugnam de
desumanos. O homem, não o animal, usa de violência contra
seu semelhante. O homem inventou o prazer da crueldade: o
animal só mata para sobreviver. O homem destrói o que ama –
pessoas, coisas, lugares, lembranças. Se perguntarem a um
homem por que razão ele se permitiu abusar de seu
semelhante indefeso, ele dirá: eu fiz porque nada me impediu
de fazer. O abuso da força é um gozo ao qual poucos
renunciam. Além disso, o homem é capaz de indiferença, essa
forma silenciosa e obscena de brutalidade. O homem atropela o
que é mais frágil que ele – por pressa, avidez, sofreguidão,
rivalidade – sem perceber que com isso atropela também a si
mesmo.
O cientista político Renato Lessa utiliza a imagem do
naufrágio como metáfora do humano, em nossos tempos.
Proponho acrescentar a esta, a metáfora do atropelamento, que
expressa perfeitamente a relação do sujeito contemporâneo
com o tempo. Não por acaso a palavra já está incorporada ao
uso cotidiano da linguagem para expressar os efeitos da pressa
sobre a subjetividade. Dizemos, com frequência, que fomos
atropelados pelos acontecimentos – mas quais acontecimentos
têm poder de atropelar o sujeito? Aqueles em direção aos quais
ele se precipita, com medo de ser deixado para trás. Deixamonos atropelar, em nossa sociedade competitiva, porque
medimos o valor do tempo pelo dinheiro que ele pode nos
render.
(www.mariaritakehl.psc.br. Adaptado.)
Questão 09 - (FMJ SP/2014) No início do texto, a autora faz
breves considerações sobre a delicadeza e o ser humano.
Segundo ela,
A)
para o homem cultivar a sua delicadeza, é preciso um
esforço de voltar-se para si e se conhecer.
B) é preciso que haja, no ambiente social, meios para que a
delicadeza humana possa existir.
C) o homem é essencialmente delicado, bastando a ele tomar
cuidado para preservar essa qualidade.
D) diferentes dos homens, naturalmente delicados, os animais
são intrinsecamente indelicados.
E) a delicadeza é desnecessária nos ambientes sociais, por
causa da urgência dos seres humanos.
GABARITO:
1) Gab: A
5) Gab: C
9) Gab: B
2) Gab: A
6) Gab: C
3) Gab: A
7) Gab: B
4) Gab: B
8) Gab: E

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