COLECISTECTOMIA Video Laparoscópica Serviço Cir

Report
Dr Antonio Marcílio, Chefe do Serviço
Dr Diego Sarty , Residente
Pioneiros:
•Hipócrates: espéculo para explorar reto
•Philip Bozzini: Lichleiter para uretra em 1800
•Bruck , dentista: cabo de auminio refrigerado por água 1860
•Nitze: década de 1880 primeiro cistoscópio baseado em Bruck.
•George Kelling: primeira laparoscopia utilizando um cistoscópio, em um cão
vivo Janeiro de 1902; apos realizou em dois humanos e utilizou pneumoperitonio
com ar ambiente
•Jacobaeus da Suécia, em 1910, apresentou uma série de pacientes ( 115
laparoscopias e toracoscopias) que haviam sido submetidos a laparoscopia,
apenas um com complicação ( hemorragia); primeiro a utilizar termo
“laparoscopia”
•Kalk, um médico alemão, popularizou o uso de um sistema de visão frontal
oblíqua (135 graus), inicialmente introduzido por Kramer no final da década de
1920
•Orndoff, um internista de Chicago, descreveu 42 laparoscopias que
realizou utilizando um trocar piramidal, defendendo que se devia utilizar a
fluoroscopia
para evitar a lesão intra-abdominal durante a introdução do trocarte reafirmou a
necessidade do pneumoperitônio
•Goetze desenvolveu uma agulha de insuflação.
•Janos Veress, da Hungria, fabricou a primeira agulha com mola, porém para
realização de pneumotórax
•1920 Zollikofer na Suíça sugeriu o dióxido de carbono devido a sua rapida
absorção em detrimento do ar ambiente filtrado e do nitrogênio
•Ruddock um dos poucos que defendia a laparoscopia como procedimento seguro
para metodos diagnóstico e desenvolveu inúmeros instrumentos para laparoscopia
•Waugh da Mayo Clinic tb defendia a laparoscopia como melhor método
diagnóstico para causas de ascite e diagnóstico de tumores
intraabdominais
•Palmer de Paris importância da monitorização da pressão do
pneumoperitônio não exceder 25 mmHg
•Frangenheim na Alemanha desenvolveu o primeiro insuflado de dóxido
de carbono
Kurt Semm início dos anos 60 insuflador automático para manutenção do
pneumoperitoneo e de monitorizar a pressão intra-abdominal
•Hasson método aberto para poder ver e palpar cavidade abdominal antes da
introdução do trocarte
•1985, Charles Filipi e o seu colega Fred Mall realizaram uma colecistectomia
laparoscópica em dois cães e concluíram que o procedimento era demasiado
difícil
•Erich Mühe influenciado pelas cirurgias de Semm estudou a possibilidade da
colecistectomia por laparoscopia e desenvolveu instrumentos para o
procedimento. Assim, 12 de setembro de 1985 foi realizada a primeira
colecistectomia laparoscópica que durou duas horas ; cinco anos após a
apencicectomia realizada por Semm
•1985, a corporação Circon desenvolveu uma câmara de televisão com um
microprocessador que permitia a transmissão para um monitor de televisão
•Phillipe Mouret sem conhecer os trabalhos de Mühe realizao colecistectomia
com laparoscópio eletrôni durante cirurgia ginecológica
•François Dubois da univercidade de Paris desenvolveu mini laparotomia para
colecistectomia, fina de 80 já havia operado 1500 pacientes com esta técnica,
achava que era a menor incisão realizada no mundo para colecistectomia
•Jack Perissat desenvia tecnicas de litotripsia intracorporal por laparoscopia e apó
issp realizava a colecistectomia
•Barry McKernan estudva a liberação da vesicula de seu leito com o uso de laser
porém acabou semndo realizado o uso do eletrocautério
•Jacques Marescaux em Estrasburgo, na França, em 2 de abril de 2007 realizou
primeira cirurgia sem incisão cutânea: colecstectomia acessando a cavidade pela
cúpula vaginal de uma mulher de 30 anos
Incisão de Kocher: incisão sub costal realizada de uma a dois dedos
abaixo do rebordo costal. A necessidade de exposição vai determinar a o
tamnho da incisão. É fechada em duas a três camadas; normalmente a duas
inferiores com pontos continuos absorvíveis e a ultima ( oblíquo externo e
fascia anterios dos retos com continuo e simples e tb fios absorvíveis de
preferência PDS II
Vantagem: menos dor pos op e melhor exposição lateral
Desvantagem: maior tempo cirúrgico
•John Stough Bobbs primeira cirurgia em vesicula humana 1867 colecistostomia
guerra civil amaericana
•Carl Johann August Langenbuch primeira colecistectomia em um homen de 42
anos
Indicação:
•Atualmente as principais indicações de colecistectomia aberta são: a conversão
de uma colecistectomia vídeo laparoscópica ( CVL) e casos de câncer.
Técnica: A vesícula pode ser mobilizada de seu fundo até infudíbulo ( técnica
retrógrada) ou de seu infundíbulo até o fundo ( técnica anterógrada).
a ret’rograda é melhor quando há muita inflamação
Visão critica de Strasberg também é valida ma cirurgia aberta para evitar lesões
da via biliar ou sua vasculatura.
Indicações: São relativamente constantes incluindo cololitiase sintomática,
colicas bilbiares, colecistite aguda ou crônica, pancreatite biliar, discinecia biliar,
entre outras.
Contraindicações:
Relativas: Gravidez, Coagulopatia, cirrose. Colangite, peritonite difusa,
cirurgia em andar sup do abdomen prévia, fístula colecistoentérica, obesidade
mórbida.
Absolutas: Não tolera anestesia geral, coagulopatia refratária, suspeita de ca de
vesícula.
CONSIDERAÇÕES TÉCNICAS:
Posicionamento da equipe:
ACESSO:
MANOBRAS DE SEGURANÇA:
•Tração do fundo
•Rotação medial e lateral do infundíbulo ( técnica da bandeira)
•Janela aberta de dissecção
•Estabelecimento da “Visão crítica de segurança”
•Dissecção a partir do trígono de calot
COLANGIOGRAFIA PEROPERATÓRIA:
•Auxilia na identificação anatômica das vias bibliares
•Evidencia possivel lesão inadvertida de via biliar
•Evidencia calculos extra cistico ; coledoco ou hepáticos
ROTINA VS CASOS SELECIONADOS:
•Grande dilema no treinamento
•Rotina evidencia mais calculos coledocianos
CRITERIOS PARA SELEÇÃO:
Elevação de biblirrubina, fosfatase alcalina ou transaminases
Microcálculos
Cístico Largo ( principalmente se curto)
História de icterícia colúria ou acolia
História de pancreatite bibliar
Coledoco dilatado ou visualiazado calculo em coledoco
Anatomia não definida
Anatomia aberrante
TÉCNICA:
•Lesão causada por trocarte ou agulha de Veress
•Hemorragia
•Lesão do coledoco
•Calculo retio em coledoco
•Derrame de calculo ou bile
PASSOS PARA EVITAR CMPLICAÇÕES:
•Usar óptico de 30 graus
•Manter tração firme cefálica no fundo lateral no infundíbulo, mantendo assim o
ducto cistico perpendicular ao colédoco
•Dissecar o cístico em sua junção com a vesícula
•Expor a visão crítica de segurança
•Converter para cirurgia aberta se infundíbulo não puder ser mobilizado ou
inflamação ou sangramento não permite a visualização do trígono de calot
•Realizar colangiografia intraoperatória de rotina
•Single port laparoscopic surgery ( SILS)
•Natural Orifices transluminal endoscopic surgery (NOTES)
•Treinamento virtual

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