Pastoral da Saúde - Diocese de Amparo

Report
II Encontro Diocesano da
Pastoral da Saúde
“Estive doente e foste me visitar”
(Mt 25,39)
Diocese de Amparo
14h – Acolhida e Oração Inicial
14h – Reflexão: “O que é Pastoral da Saúde ?”
15h – Café
15h15 – Reflexão: Como formar a Pastoral da
Saúde na Paróquia
16h – Avisos e Oração Final
Oração Inicial
 Em nome do Pai,
Em nome do Filho,
Em nome do Espírito Santo,
Estamos aqui.(Bis)
Para Louvar e agradecer,
Bendizer e adorar,
Estamos aqui Senhor,
Ao seu dispor,
Para Louvar e agradecer,
Bendizer e adorar,
Te aclamar,
Deus Trino de Amor
 Oração ao Espírito Santo
(Papa Paulo VI)
Ó Espírito Santo, dai-me um
coração grande, aberto à
vossa Palavra silenciosa, mas
forte e inspiradora, fechado a
todas as ambições
mesquinhas, alheio a qualquer
desprezível competição
humana, compenetrado do
sentido da Santa Igreja!
Ó Espírito Santo, dai-me um
coração grande, desejoso de
se tornar semelhante ao
coração do Senhor Jesus. Daime um coração grande e forte
para amar a todos, para servir
a todos, para sofrer por todos!
Um coração grande e forte
para superar todas as
provações, todo o tédio, todo o
cansaço, toda a desilusão,
toda a ofensa! Um coração
grande e forte, constante até
ao sacrifício, quando este for
necessário!
Ó Espírito Santo, dai-me um
coração cuja felicidade seja
palpitar com o coração de
Cristo e cumprir humilde, fiel e
firmemente a vontade do Pai.
Amem!
 Canto:
A nós descei, divina luz!
A nós descei, divina luz!
Em nossas almas acendei
O amor, o amor de Jesus! (Bis)
 Canto:
Eu vim para escutar
Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor
Eu gosto de escutar
Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor
Eu quero entender melhor
Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor
O mundo ainda vai viver
Tua palavra, tua palavra, tua palavra de amor
 Evangelho Mateus 25 , 32 - 46
32.Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos
outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.33.Colocará as
ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34.Então o Rei dirá
aos que estão à direita: - Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do
Reino que vos está preparado desde a criação do mundo,35.porque
tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era
peregrino e me acolhestes;36.nu e me vestistes; enfermo e me
visitastes; estava na prisão e viestes a mim.37.Perguntar-lhe-ão os
justos: - Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de
comer, com sede e te demos de beber?38.Quando foi que te vimos
peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos?39.Quando foi que te
vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar? 40.Responderá o Rei:
- Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um
destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
32.Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos
outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.33.Colocará as
ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda. 34.Então o Rei
dirá aos que estão à direita: -Vinde, benditos de meu Pai, tomai
posse do Reino que vos está preparado desde a criação do
mundo,35.porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me
destes de beber; era peregrino e me acolhestes;36.nu e me
vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a
mim.37.Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te
vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de
beber?38.Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e
te vestimos?39.Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te
fomos visitar? 40.Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro:
todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais
pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
34.Então o Rei dirá aos que estão à direita: -Vinde, benditos de
meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a
criação do mundo,35.porque tive fome e me destes de comer; tive
sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes;36.nu e
me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a
mim.37.Perguntar-lhe-ão os justos: - Senhor, quando foi que te
vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de
beber?38.Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e
te vestimos?39.Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te
fomos visitar? 40.Responderá o Rei: - Em verdade eu vos declaro:
todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais
pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
41.Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá: Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao
demônio e aos seus anjos.42.Porque tive fome e não me destes de
comer; tive sede e não me destes de beber;43.era peregrino e não
me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me
visitastes.44.Também estes lhe perguntarão: - Senhor, quando foi
que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na
prisão e não te socorremos?45.E ele responderá: - Em verdade eu
vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes
pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.46.E estes irão para
o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.
 Silencio Meditativo
 Canto
Onde Reina o amor, fraterno amor (2x)
Onde reina o amor Deus aí está (2x)
 Oração do visitador de Enfermo
Senhor Jesus, peço-lhe pelos enfermos que me foram
encomendados pela comunidade cristã, pelos enfermos que o
Senhor mesmo me confiou.
Aumente minha fé: faça que, acreditando verdadeiramente em
sua Palavra, creia que é o Senhor mesmo a quem visitou em casa
irmão enfermo, e que veja como feito a você mesmo tudo o que
fizer por eles.
Faça que, o me aproximar, os enfermos sintam mais próxima a
sua presença. Dê-me sua graça para que eu seja capaz de levar-lhes,
em nome do Senhor, a Boa Nova.
Que eu seja para eles o rosto de minha comunidade cristã, seu
mensageiro, a ponte entre minha comunidade e os enfermos.
Dou-lhe graças por este ministério tão belo que me confiou.
Ensine-me a desempenhá-lo dignamente, com muita fé, consciente
de que assim faço presente a Igreja e aproximo um pouco mais o
Reino de Deus de nós.
Torne a passar de novo hoje, Senhor, junto aos enfermos, com
aquele gesto carinhoso com que os buscava na Galiléia. Coloque-se
em meu lugar, entre em mim, venha sobre meus gestos, põe suas
palavras de ânimo em minha boca, põe seus gesto carinhoso em
meus gesto, seu amor compreensivo em meu coração para que,
com amor mais do que com palavras, possa eu repetir o milagre que
o Senhor fazia em favor dos doentes que curou: transmiti-lhes fé,
amor e esperança. Obrigado, Senhor.
1 ª Reflexão : “O que é a Pastoral da
Saúde ?”
 A palavra Pastoral deriva de Pastor. Pastor é aquele que cuida,
guia e orienta seu rebanho.
 Pastoral é uma ação organizada e realizada pela Igreja em
união com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Além de ser uma
ação voluntária, de pessoas que agem em nome da fé, dando
continuidade à missão de Jesus, é uma ação comunitária em
favor da vida e da dignidade humana.

“Quem pode participar ?”
 Qualquer pessoa da comunidade que se coloca a disposição de
seus semelhantes, contribuindo para descobrir formas simples
e adequadas para que todos tenham saúde.
 Quem se propõe a trabalhar na Pastoral da Saúde deve
procurar a secretaria paroquial, a comunidade mais próxima de
sua casa ou até mesmo um agente da Pastoral da Saúde para
buscar mais informações.
 O interessado deve estar disposta:
 Participar de encontros, assembleias, reuniões, momentos de
estudos e cursos;
 Comprometer-se com a saúde preventiva e conhecer as
políticas de saúde;
 Estar atento a cultura, religiosidade e sabedoria popular;
 Ter em seu trabalho uma visão ecumênica e conhecer a
doutrina cristã;
 Ter um bom relacionamento com o próximo e acreditar que o
seu trabalho estará ajudando na construção de um mundo
mais humano, justo, fraterno e solidário.
“O que é Saúde ?”
 Saúde não significa apenas ausência de doença, mas
também qualidade e estilo saudável de vida e esta interessa a
todos, independente da crença, sexo, raça e classe social.

 A Organização Mundial da Saúde – OMS – define saúde como “o
completo bem-estar físico, mental e social” e não somente a simples
ausência de doença ou enfermidade, sendo que, para a Pastoral da
Saúde, devemos ainda acrescentar o bem-estar espiritual.
 A VIII Conferência Nacional da Saúde (1986), realizada em Brasília,
divulgou o seguinte conceito de Saúde: “Saúde é a resultante das
condições de alimentação; habitação; educação; renda; meio
ambiente; trabalho; emprego; lazer; liberdade; acesso e posse da
terra e acessos aos serviços de saúde.”
 A Saúde é um dom de Deus e uma conquista da comunidade e de
cada pessoa, sendo que cada um participa como agente
missionário de sua própria saúde.
 A Saúde está garantida na Lei, pois a Constituição Brasileira atual
diz que “A saúde é direito de todos e deve do Estado, garantido
mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do
risco de doenças e de outros agravos e o acesso universal e
igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e
recuperação”. (Art. 196. CF)
 Para que a Saúde se concretize e a lei não fique só no papel, é
necessária sua atuação como agente transformador da
realidade, participando dos movimentos populares,
associações, grupo pastorais, conferência de saúde e, ainda
exercendo a cidadania nos conselhos de Saúde (Loca, Distrital,
Municipal, Estadual e Nacional).
 “O que é Pastoral da Saúde?”
 É toda ação do povo de Deus comprometido em promover,
defender, recuperar, cuidar e celebrar a VIDA.
 A pastoral da Saúde é uma das Pastorais Sociais da CNBB –
Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. É uma sociedade
cívico-religiosa, sem fins lucrativos, legalmente constituída por
Estatuto e Regimento Interno próprios e desenvolve o seu
trabalho em três áreas de atuação: Solidária, Comunitária e
Político- Institucional.

Onde e quando Acontece?
 A Pastoral da Saúde acontece em domicílios, hospitais, asilos,
creches, escolas, ou seja, em todo lugar que se importa com a
saúde.
 Para a Pastoral da Saúde, ter saúde não é só estar bem
com o próprio corpo, mas com os pensamentos , as
emoções e o ambiente em que vive, além do bem- estar
espiritual.
 Quem é o Agente da Pastoral da Saúde?
 O Agente da Pastoral da Saúde é todo servo de Deus que se
sentir chamado para levar esperança e conforto aos irmãos
enfermos ou ainda trabalhar no mundo da saúde, em toda sua
complexidade, desempenhando um autêntico serviço de agente
missionário de anuncio do Evangelho, de humanização, de
prevenção e de promoção da saúde.
 Perfil do bom agente da Pastoral da Saúde:
 Ser missionário, interessado e motivado para o trabalho em favor da vida
e da saúde plena;
 Ser humano, capaz de escutar e acolher o outro, respeitando
a sua individualidade;
 Ter equilíbrio emocional, com personalidade, bom senso,
segurança e maturidade psicológica;
 Buscar a transformação da realidade de sofrimento, dor e
morte em realidade de vida e esperança;
 Ser um bom educador e sempre aberto à formação e
capacitação permanentes;
 Ser bom ouvinte, acolhedor e comunicador (“saber transmitir
o que sabe”);
 Ser ético, responsável e perseverante no trabalho pastoral e
na fé cristã;
 Se otimista, sem excessos, com semblante sereno e alegre;
 Ter certo conhecimento teológico e noção básica em saúde;
 Saber apresentar diálogo ecumênico;
 Ser capaz de trabalhar em equipe, relacionando-se bem com
todos.
2 ª Reflexão: “Como formar a Pastoral da
Saúde ?”
 Pastoral da Saúde na Paróquia
 A atuação evangelizadora de Jesus não se resume apenas a
curar os enfermos, mas também a irradiar de muitas maneiras
forças salvadores e curadores. Isso significa que a comunidade
cristã que deseja ser continuadora da missão de Jesus precisa
cuida amorosamente dos doentes e ser portadora de saúde.
 Portanto, esta pastoral tem um objetivo mais importante: tratar
o doente como um ser físico, psíquico, social e espiritual. Ou
seja, saúde e salvação. Sua missão é proclamar e tornar visível
a salvação em sua totalidade, usando a força curadora de
Jesus Cristo para defender e educar para a saúde, Difundir
uma concepção mais sadia de vida, promover costumes mais
saudáveis no comportamento individual e coletivo, lutar contra o
alcoolismo, as drogas, a solidão e a depressão, promover uma
velhice mais sadia, etc.
 Como iniciar a Pastoral da Saúde na paróquia?
 O primeiro passo foi escolher um coordenador para dar início
às atividade de formação da equipe de trabalho.
 O Segundo passo foi sugerir que as pessoas fizessem cursos
de preparação para agentes da Pastoral da Saúde e tivessem
acesso a livros e material sobre o tema.
 O Pároco que participava da equipe como o responsável
último, animador e orientador das atividade pastorais escolheu
algumas pessoas para exercer as funções de ministro da
Eucaristia.
 Principais atividade
 “Passar de uma pastoral dos sacramentos para uma pastoral
de evangelização.”
 Dimensão é a atuação da Pastoral da Saúde na defesa da
dignidade de todos enfermo, da atenção integral ao enfermo em
todas as suas necessidades, da solidariedade e apoio à família
e a quantos sofrem as consequências da enfermidade, da
humanização progressiva do mundo sanitário.
 “Passar
de uma pastoral da morte para uma pastoral da vida”
 Numa sociedade em que se difunde uma “cultura antivida”, que
tende a favorecer o aborto e a eutanásia, a Pastoral da Saúde
deve defender toda vida e os valores que a protegem,
Promover a cultura da doação de órgãos, de prevenção das
enfermidade, de luta contra a deterioração da vida, etc., por
meio da sensibilização, da educação e do exemplo.
 “Passar
de uma pastoral da compaixão para uma pastoral da
justiça”
 Sendo fiel ao ensinamento evangelizador de Jesus, a Pastoral
da Saúde deverá desenvolver, com mais força, a dimensão
profética da justiça.
 A Pastoral da Saúde deverá fazer com que a comunidade
paroquial lute contra todo tipo de “coisificação” e
“instrumentalização” do enfermo, defendendo seus direitos
inalienáveis e promovendo um cuidado humano que o ajude a
viver dignamente na enfermidade.
 “Passar de uma pastoral do doente comum para uma pastoral dos
doentes mais necessitados
 Um dos desafios mais importantes na Pastoral da Saúde na paróquia é
chegar preferencialmente até aqueles enfermos de quem ninguém se
aproxima e atender aqueles que ninguém atende.
 Os menos conhecido e sem assistência deverão ocupar lugar
privilegiado durante a convalescença, entre eles os sem0lugar,
os anciãos solitários, os doentes mentais sem assistência, os
que sofrem de doenças crônicas, os necessitados, os
depressivos, os abandonados, etc.
 Eles são os primeiros que precisam ser vistos pela
comunidade cristã, os que primeiros de quem devemos nos
aproximar, quer estejam hospitalizados, quer vivam recolhidos
em algum asilo ou abrigo.
Passar de uma pastoral da visita para uma pastoral de
acompanhamento fraterno
 A pastoral exige, em primeiro lugar, conhecer os enfermos que
vivem na paróquia: crônicos, inválidos e fracos, velhos,
acidentados, convalescentes, hospitalizados ou internados em
algum centro. E agir de tal maneira que todos os doentes
possam sentir-se aceitos e queridos pela comunidade.

 Por outro lado, gestos sensíveis como o transporte dos
enfermos acamados, a eucaristia paroquial, a celebração
comunitária da unção emprestam um rosto novo, mais
evangélico e evangelizador, à comunidade paroquial e eliminam
barreiras.
De uma pastoral individual para uma pastoral coordenada e
integrada
Neste mesmo espírito, para se ter uma pastoral mais bem
coordenada, é necessário dar passos concretos na relação e
colaboração entre a pastoral organizada no hospital e a
pastoral da saúde na paróquia, com o fim de responder melhor
ás situações e atender adequadamente as verdadeiras
necessidades dos enfermos hospitalizados.


 De uma pastoral improvisada para uma pastoral organizada
 O projeto compartilhado deve nascer do espírito evangelizador
de Jesus e responder à realidade de determinada paróquia.
Nessa organização as metas estão assim definidas:
 Reunião Mensal, para integração e formação do grupo,
troca de experiências e programação de atividade.
 Preparar a visita do padre á casa do doente quando
este solicita, para atender suas necessidades espirituais.
 Intercâmbio com o serviço religioso hospitalar quando o
doente for internado.
 Presença efetiva e frequente do agente na casa do
doente, no hospital e no velório, em caso de falecimento.
 Visitas aos doentes nas famílias.
 Estar presente nas ocasiões de luto na família do
doente assistido pela Pastoral da Saúde.
 Manter contatos telefônicos frequentes com a família do
doente.

Procurar envolver a comunidade em temas relacionados
com as doenças e a saúde.
 Levar a comunidade a tomar consciência de seus
direitos e deveres para com a saúde e melhores
condições de vida.
 Ajudar as pessoas a assumir a responsabilidade por sua
saúde e pela de seus irmãos.
 Encaminhar doentes aos postos de saúde, clinicas e
hospitais, orienta-los na utilização de ambulâncias.



Objetivos da Pastoral paroquial
Conscientizar o povo sobre seu direito à vida e sobre seu
dever de lutar por condições dignas de viver (terra, trabalho,
salário, justo, habitação, alimentação, lazer e transporte,
educação e saneamento básico.)
Ajudar o povo a ser agente da sua saúde e não objeto de
cuidado.





Capacitar o povo para desenvolver ações básicas de saúde;
formar agentes de saúde indicados pela comunidade.
Organizar e incentivar o povo a reivindicar seus direitos e
assumir suas obrigações.
Preparar agentes para anunciar a Boa Nova ao homem, diante
do confronto com o sofrimento, a doença e a morte.
Educar na oração como solicitação confiante de ajuda e de
sustento no momento de sofrimento.
Proporcionar assistência espiritual aos enfermos internados e
em domicílio.

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
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


Como implantar a Pastoral da Saúde na paróquia ?
Conhecer a realidade.
Trabalhar a ideia
Aproveitar os recursos da comunidade
Constituição da equipe e escolha da coordenação
Apresentação
Reunião mensal
Encaminhamento para cursos preparatórios
Sugestões de como organizar reuniões.









Boas Vindas e apresentação de todos os presente;
Oração Inicial
Leitura, discussão e aprovação da ata da reunião anterior;
Esclarecimento e ajustes na pauta da reunião;
Discussão sobre os temas
Estabelecer tarefas e definir responsáveis;
Momento de troca de experiências;
Informações gerais(avisos) e agendar a próxima reunião;
Redigir ata de maneira sucinta com relato sobre os assunto
abordados e coletar assinatura dos presentes;
 Oração Final e encerramento.
Eu pensei muitas vezes parar e não
dar nem resposta.
 Canto:
Eu pensei na fuga esconder-me, ir
Me chamaste para caminhar na vida
longe de ti, mas tua
contigo,
Força venceu e ao final eu fiquei
Decidi para sempre segui-te, não
seduzido. é difícil
voltar atrás.
Agora viver sem lembrar-me de ti.
Me puseste uma brasa no peito e
uma flecha na alma, é
Ó Jesus, não me deixes jamais
Difícil agora viver sem lembrar-me
caminhar solitário,
de ti.
Pois conheces a minha fraqueza e o
meu coração.
Te amarei, Senhor (bis), eu só
Vem ensina-me a viver a vida na tua
encontro
presença,
A paz e a alegria bem perto de ti
No amor dos irmãos, na alegria, na
(2x)
paz, na união
Oração Final

Oração do Agente de Pastoral da Saúde
Acalma meu passo, apressado, ó Senhor, Torna-me um
instrumento mais eficaz da tua misericórdia.
Abençoa a minha mente para que eu não seja indiferente ou
insensível, mas esteja atento às necessidades do irmão que
sofre.
Abençoa meus olhos para que estejam abertos para reconhecer
o teu rosto no rosto de cada doente, leva-me a descobrir a luz e
os tesouros interiores de cada um.
Abençoa meus ouvidos para que acolham as vozes dos que
pedem para serem escutados e respondam as mensagens dos
que não sabem expressar-se
Abençoa minhas mãos para que não permaneçam fechadas e
indiferentes, mas transmitam calor e proximidade a quem precisa
de uma presença amiga
Abençoa meus lábios para que não pronunciem frases feitas de
palavras vazias, mas transmitam compreensão e carinho de um
coração que ama.
Abençoa meus pés, ó Senhor, para que possam deixar rastros de
minha passagem por este mundo.
Dá-me o dom de promover o diálogo silencioso do doente contigo
Amém.

Benção Final
Diocese de Amparo
Pastoral da Saúde
“Estive doente e foste me visitar” (Mt 25, 39)

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