Capítulo 6 – Britagem

Report
Procesamiento de minerales I
Britagem
Maria Luiza Souza
Montevideo
5-9 Agosto 2013
UNIVERSIDADE DE LA REPUBLICA – URUGUAY
UFRGS - DEMIN - BRASIL
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Capítulo 6 - Britagem
Neste capítulo estão descritos, de modo
resumido, os seguintes equipamentos.
1. Britadores de mandíbulas.
2. Britadores giratórios.
3. Britadores cônicos.
4. Britadores de impacto.
5. Britadores de rolos
6. Outros
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Escalpe
Escalpe
Circuito aberto
Escalpe
Circuito fechado
Figura 1- Circuitos básicos de britagem à esquerda; lavagem à direita
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Capítulo 6 – Britagem
Britadores
Para se obter o melhor e maior rendimento dos equipamentos de fragmentação
devemos procurar máquinas que:
- sejam adaptadas às propriedades físicas do material;
- possuam a capacidade de produção desejada ao processo (qualitativa e
quantitativamente);
- sejam seguras e com operação e manutenção fáceis;
- construção simples, permitindo facilidade de montagem, desmontagem e substituição
de peças e partes.
Os tipos mais usados na mineração, entre as diversas classes de equipamentos
disponíveis, são os seguintes.
- Britadores primários: de mandíbulas (um eixo e dois) e giratórios.
- Britadores secundários, terciários e quaternários: mandíbulas, cônicos.
- Outros : rolos, impacto, etc
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Capítulo 6 – Britagem
Quadro 1- Principais tipos de britadores.
Categoria
Mandíbulas
Giratórios
Impacto
Outros
Tipo
Função
1 Eixo
2 Eixos (Blake)
Próprio
1arios
1arios - 3arios
1arios
Cônicos standard
Cônico SH
Martelos
Rolo simples
2arios
3arios - 4arios
1arios - 4arios
1arios - 2arios
Rolo duplo
1arios - 2arios
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- Mandíbula móvel
- Mandíbula fixa
- Gape (ou abertura)
- Largura
- Profundidade
- Placas de desgaste
- Eixo cêntrico
- Eixo excêntrico
- Biela
- Abanadeiras (telhas)
- Tirante
- Volante
- Calço
Figura 2- Britador de mandíbulas de dois eixos (Blake).
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A
B
C
- A: largura  capacidade do
britador.
- B: gape  “top size” da
alimentação:  80% do gape.
- C: profundidade.
E.g.: um 1400 x 1070 mm é o que ?
Figura 3- Dimensões importantes em um britador.
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Mandíbula de um eixo
Gape Top-size
Figura 4- Gape de um britador.
Largura  Capacidade
Figura 5- Largura de um britador.
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Capítulo 6 – Britagem
Como é o ciclo de quebra do sólido em um mandíbulas ?
Figura 6- Movimento da mandíbula móvel (britador de 1 eixo).
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Aranha
Cone
ou sino
Figura 7- Britador giratório.
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Manto ou
côncavo
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Observar o
caminhão !
Figura 8- Descarga de material no britador giratório.
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Como é o ciclo de quebra do sólido em um giratório ?
Nem há ciclo, a quebra do sólido é
praticamente contínua !
Figura 9- Esquema de operação no britador giratório.
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Capítulo 6 – Britagem
Nos britadores cônicos, usados na britagem 2ária, 3ária e 4ária, a altura do cone é
reduzida em relação ao diâmetro da base e o manto se fecha no topo, permitindo
melhor aproveitamento da câmara. Vários tipos de câmaras são disponibilizados
pela indústria. Há câmaras para grossos, médios e finos, que permitem variar a D.G.
dos produtos britados: respectivamente 60, 68 e 75 % passantes na APF. Os
britadores de câmara para finos também são chamados de “short head”.
Figura 10- Britador cônico.
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Figura 11- Britador cônico, unidade móvel.
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Quebra por impacto contra
placas de desgaste.
grau de redução = 1:25; capacidade =
1000 m3/h e top-size alimentação =1,5 m.
Drotor = 0,6 a 2 m e Lrotor = 0,4 a 2,4 m.
Figura 12- Britador de impacto .
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Capítulo 6 – Britagem
Bastante usado na
produção de agregados
e areia artificial para a
construção civil.
Britador de rolo dentado simples
Britador de impacto do tipo VSI.
Figura 13- Britador Barmac da Metso®
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- grau de redução: 1:4 a 1:8
- capacidade: 2500 m3/h
- top-size alimentação: 2 m
- sólidos moles; média dureza
- adequado para sólido úmido
- Drotor: 0,5 a 2 m
- Lrotor: 0,4 a 2,8 m
Britador de rolo dentado simples
Figura 14- Britadores de rolos dentados
(acima o de rolo simples e no detalhe a
boca de carga de um de rolo duplo).
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Figura 15- Britadores de rolos com tecnologia HPG.
Niveladora
Medidor
laser de
desgaste.
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Capítulo 6 – Britagem
Seleção de Britadores
A escolha de um britador para um dado serviço deve atender uma série de
exigências, cada qual independente das demais. Uma delas é que vai impor o
tamanho do equipamento a ser escolhido. As condições são:
a) de recepção: o gape de um britador (principalmente primários e secundários)
deve ser maior que o top size do material esperado para alimentá-lo.
b) de processo: O britador deverá ter um produto com uma D.G. adequada ao
processo subseqüente. Para tal, deverá operar com uma certa abertura, conforme
indicado pelas curvas granulométricas que são fornecidas pelos “fabricantes
tradicionais”, para cada tipo de britador, material e/ou circuito.
c) de capacidade: o britador tem uma capacidade que varia com o seu tamanho, e
para cada tamanho com a abertura de descarga.
Taggart estabeleceu um critério para optar por britadores de mandíbulas ou giratórios:
X = (vazão em t/h)/(gape em polegadas)2. Se X > 0,115 então adotar britador giratório;
caso contrário, de mandíbulas.
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