Na selva sem GPS: qualificações para um mercado

Report
Seminário
Na selva sem GPS:
qualificações para um mercado
de trabalho em transformação
Acir Meirelles
cisec
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
1994,
entrei para
a função
pública
2008,
fim da
estabilidade
2006,
salários
congelados
2011,
diminuíram
o meu
salário
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Vou me
reformar
aos 65
anos?
?
?
Vou me
reformar?
Futuro
?
E se as exigências
do trabalho
aumentarem?
?
?
?
?
?
E se eu ficar
doente?
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
O que eu
controlo?
As minhas
qualificações
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
3 mentiras e 2 meias-verdades
sobre o trabalho em Portugal
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
O custo do trabalho é
muito alto em Portugal
O SALÁRIO MÉDIO EM PORTUGAL
CORRESPONDE APENAS A 44,9% DO
SALÁRIO MÉDIO DA ZONA EURO
Portugal tinha, no ano passado, custos
laborais de 12,1 euros por hora trabalhada.
A média da zona euro era de 27,6 euros por
hora trabalhada.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Os portugueses trabalham pouco
Portugal é o país europeu onde mais
se trabalha. Os portugueses, em
média, passam quase nove horas por
dia a trabalhar.
Portugal ocupa o terceiro
lugar no ‘ranking' dos países
da OCDE.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
A legislação do trabalho é muito rígida
Portugal (22%) é o terceiro país da União
Europeia, depois da Polónia (26,5%) e da
Espanha (25,4%) , que apresenta a mais alta taxa
de trabalhadores contratados a prazo (Eurostat)
A média de trabalhadores com
contratos a prazo (com mais de 15
anos) na União Europeia é de 13,5%
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Os portugueses são pouco produtivos
No quadro dos 27 países da União Europeia, Portugal ocupa
atualmente o 18.º lugar, com a Grécia na última posição, em
termos de competitividade global.
O ranking mundial da competitividade do World
Economic Fórum mostra que, num conjunto de 142
países, Portugal, em 2011, subiu uma posição face
ao ano anterior, e encontra-se agora no 45.º lugar.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Os portugueses são pouco produtivos, mas…
Comparação produtividade / custo do trabalho, 2010
Comparação
Produtividade
Custo do trabalho
Portugal/EU
76,5%
45,4%
Portugal/Alemanha
72,6%
31,4%
Portugal/Espanha
70,2%
47,5%
EUROSTAT
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Os portugueses são pouco
qualificados
Qualificação da população ativa nos Açores,
2011.
Até o 3.º ciclo
Secundário
Superior
80,70%
11,05%
8,26%
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Os portugueses são pouco qualificados,
mas…
O NIVEL DE ESCOLARIDADE DOS PATRÕES PORTUGUESES TEM
DIMINUÍDO, ENQUANTO O DOS TRABALHADORES TEM AUMENTADO
Anos
Patrões
Trabalhadores
Inferior ao secundário Secundário
Superior
2003
79,6%
12,4%
8,1%
2008
81,0%
10,0%
9,0%
2003
71,0%
15,7%
13,3%
2008
65,0%
16,0%
18,0%
Fonte: Comissão do Livro Branco das
Relações Laborais e INE, A Península
Ibérica em Números - 2010
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Evolução do nível de escolaridade dos Patrões e dos
Trabalhadores na UE, Espanha e Portugal, 2008.
Patrões
Trabalhadores
Inferior ao secundário
Secundário
Superior
UE
28%
45%
27%
Espanha
50%
22%
28%
Portugal
81%
10%
9%
UE
21%
50%
29%
Espanha
40%
24%
37%
Portugal
65%
16%
18%
Fonte: 2003: Comissão do Livro Branco das Relações Laborais e
INE, A Península Ibérica em Números - 2010
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As novas regras do jogo
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Férias, pontes e feriados
Possibilidade das empresas poderem dar três dias de férias
extra aos seus funcionários, por assiduidade. Os dias de férias
são aumentados de 22 para 25 dias.
- As empresas podem encerrar, dentro de certas regras e
períodos específicos, para férias dos trabalhadores.
-
- A majoração nos dias de férias associada a assiduidade, ou
outros critérios, vai ser reduzida em três dias. Na maioria dos
casos passa de 25 para 22 dias de férias.
- Em dias de ‘ponte', a empresa pode encerrar e descontar esse
dia nas férias dos trabalhadores.
- Vão ser cortados quatro feriados.
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Banco de horas
- Por negociação coletiva, é possível instituir bancos de horas,
que permitem trabalhar até mais quatro horas por dia, até 200
por ano.
- O tempo a mais de trabalho deve ser compensado depois em
dinheiro ou descanso (ou ambos).
- Esta figura não pode ser introduzida diretamente por
negociação individual.
- Vai passar a ser possível negociar a aplicação do banco de
horas diretamente com o trabalhador. Nestes casos, será
possível trabalhar mais duas horas por dia, com o limite de
150 horas por ano.
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Horas extraordinárias
- Horas extraordinárias em dia útil: pagamento de mais 50% na
primeira hora extra e 75% nas seguintes.
- Horas extraordinárias em dia de descanso semanal ou feriado:
acréscimo de 100%.
- Há direito a descanso compensatório de 25% das horas
trabalhadas.
O valor pago pelas horas extraordinárias vai ser cortado para
metade.
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Despedimento
- O despedimento por extinção de posto de trabalho tem de seguir os critérios
de seleção impostos na lei, relacionados sobretudo com antiguidade.
- O despedimento por inadaptação só é possível se tiverem sido introduzidas
novas tecnologias ou outras modificações no posto de trabalho.
- Em ambos os casos a empresa tem de tentar integrar o trabalhador noutro posto.
- O critério para o despedimento por extinção do posto de trabalho, quando
está em causa a escolha de um trabalhador entre vários, é definido pelo patrão,
desde que não seja discriminatório.
- O despedimento por inadaptação passa a ser possível mesmo sem a
introdução de novas tecnologias ou mudanças no posto de trabalho. Contudo, o
trabalhador que for avisado da quebra de produtividade ou qualidade tem 30 dias
para melhorar e ainda o direito a formação.
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Indemnizações por despedimento
- As compensações por despedimento legal são de 30 dias por
cada ano de serviço, para quem já tem contratos definitivos
anteriores a Novembro de 2011.
- Nos contratos a termo, há direito a três ou dois dias de
retribuição por mês de contrato, consoante este não exceda,
ou seja superior, a seis meses.
A partir de 1 de Novembro deste ano todos os contratos
passam a estar sujeitos a uma indemnização de acordo com a
média europeia, que, diz a ‘troika', fica entre 8 e 12 dias.
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Subsídio de desemprego
- O valor máximo do subsídio de desemprego corresponde a 1.257,66€.
- O montante da prestação mantém-se estável durante todo o período de
atribuição. - A duração do apoio depende da idade e do período de
descontos: o prazo mínimo é de nove meses e o máximo ultrapassa três
anos.
- É exigido um período mínimo de 15 meses de contribuições.
- Só os trabalhadores por conta de outrem têm acesso ao apoio.
- O valor máximo do subsídio passapara 1.048,05€ euros.
- A prestação cai 10% ao fim de seis meses.
- Os prazos de atribuição são encurtados, e, no máximo, não irá além de
26 meses.
- O tempo de descontos necessário para ter acesso ao apoio cai para 12
meses.
- Os trabalhadores independentes e os gestores também terão acesso ao
apoio em certas condições.
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Algumas definições
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Trabalho
Grego - ponéin (de pónos - esforço, fadiga, peso, necessidade)
e ergázestai (de érgon - obra, eficiência).
Latim – vocábulo tripalium, verbo tripaliare.
labor (trabalho, fadiga, cansaço), facere (fazer, executar) e
fabricare (fazer com artifício).
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Emprego
Relação contratual de trabalho, onde o
trabalhador oferece a sua força de trabalho,
por um prazo determinado e em troca de um
salário. Este salário, por sua vez, é pago
pelo possuidor dos meios de produção.
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Trabalho
Ato ou efeito de trabalhar;
Conjunto das atividades humanas, manuais
ou intelectuais, que visam a produtividade;
Esforço humano aplicado à produção de
riqueza;
Ocupação;
Obra executada ou a executar.
Emprego
Ato ou efeito de empregar;
Função;
Cargo;
Ocupação.
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Mercado de trabalho
O mercado de trabalho envolve aqueles que
procuram emprego e aqueles que oferecem
emprego, onde se transaciona para determinar os
preços e as quantidades de um determinado bem, o
trabalho.
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Tendência do mercado de trabalho
Pressões por contínua e acelerada readaptação da força de trabalho, seja
ela operacional, técnica ou executiva.
Empregos tradicionais, da maneira como nós os conhecemos, com
horário e local de trabalho fixos, descrição de cargo precisa e relação
direta entre chefias e empregados, são cada vez mais consideradas
pouco flexíveis para realizar o trabalho requerido.
Algumas empresas do futuro serão mesmo sem empregados, mas não
deixarão de ter trabalho.
O trabalho passará, cada vez mais, a ser realizado por profissionais sem
emprego, embora não desempregados, aptos a oferecer
instantaneamente o conhecimento e habilidades necessárias e durante o
tempo em que estas forem requeridas pelas organizações.
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Tendência do mercado de trabalho
Remuneração flexível: Se o tipo de emprego e o cargo determinam o
nível salarial, a tendência é cada vez mais para que seja a produtividade e
os lucros da empresa a definirem quanto um trabalhador deverá ganhar.
Diminuição das hierarquias: As empresas estão a diminuir o número de
chefias intermédias, apostando em profissionais mais autónomos e que
saibam trabalhar em grupo, sem precisar de um controlo permanente.
Diminuição dos empregos fixos: As empresas estão optando, sempre que
possível, por contratar trabalhadores que irão desenvolver um
determinado projeto por um determinado prazo.
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Empregabilidade
A capacidade de uma pessoa se manter empregada ou
de tornar a conseguir emprego.
Ou seja, os conhecimentos, habilidade e capacidade
individuais que nos permitem ingressar e permanecer no
mercado de trabalho. Empregabilidade, portanto, pode
ser definida como o ato de nos mantermos atualizados e
em constante aprimoramento, prontos para responder às
necessidades colocadas pelo mundo do trabalho.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
A empregabilidade não faz milagres…
Fonte: EUROSTAT
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Empregabilidade
O que eu tenho feito para manter o meu grau de empregabilidade?
Tenho me mantido atualizado?
O meu grau de qualificação será suficiente?
Será necessário aprender algo novo: uma outra língua ou um
programa informático diferente?
Estarei preparado para as necessidades atuais e futuras da minha
profissão?
Estarei preparado para enfrentar novos desafios?
Se eu for despedido quais são as minhas hipóteses de conseguir um
novo emprego?
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Qualificações
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Qualificação da população ativa e taxa de
emprego nos Açores, 2011.
Escolaridade
Até o 3.º ciclo
Secundário
Superior
Qualificação
80,70%
11,05%
8,26%
Emprego
48,5%
64,4%
80,9%
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Fonte: INE
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Escolaridade
4 anos ou
menos
Secundário
Superior
1982
2006
527,00€
580,00€
799,00€
861,00€
1.399,00€
1.625,00€
Fonte: INE
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Atenção
A elevada competitividade no mercado de trabalho conduz
a um cenário em que as habilitações são, cada vez mais, um
elemento eliminatório nas candidaturas.
Mas o reconhecimento de habilitações vai passar cada vez
mais pelas competências adquiridas através da experiência
de vida e trabalho acumulado em paralelo com a formação
complementar que vamos tendo.
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Dicas e “truques”
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Ambição e determinação
Para conseguir alcançar objetivos é imprescindível, acima de
tudo, vontade de o fazer.
Nem tudo funciona à primeira como nós queremos, até porque
qualquer investimento que façamos os resultados geralmente
só aprecem a médio e a longo prazo.
A verdade é que um bom profissional não “baixa os braços”
ao primeiro não.
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Rotina e planeamento
Procurar trabalho não é uma atividade esporádica ou um
hobby.
É uma prática diária e que tem que ser planeada.
Pesquise e prepare-se antes de “sair em campo”
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Boa apresentação
A primeira impressão é sempre a mais marcante e, por isso,
é essencial uma boa imagem profissional. Tenha em conta o
que é esperado a alguém com o seu perfil e saiba vestir-se e
apresentar-se de acordo com o “papel” a desempenhar.
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Aprendizagem contínua
Este é o elemento chave e fulcral da “sobrevivência” no
mercado laboral.
O trabalhador do conhecimento terá ao longo da sua vida
que se gerir a si próprio e enfrentar várias mudanças ao
longo da sua carreira.
Lembre-se, a sua carreira de trabalho será muitooo longa.
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Know-How
Possuir bons conhecimentos técnicos na sua área
profissional é imprescindível para marcar a diferença
perante outros candidatos.
Mantenha-se informado: vá a seminários, conferências, leia
revistas e livros técnicos.
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Línguas
Qualquer profissional deverá ter consciência das vantagens
do conhecimento de uma língua estrangeira. Ainda mais, nos
dias de hoje, quando vivemos num mundo globalizado em
que diferentes países e culturas estão cada vez mais
próximos e interligados.
O domínio de 3 ou 4 línguas constituirá um requisito mínimo
no sentido de facilitar a mobilidade e a comunicação num
espaço multicultural.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Desenvolver os pontos fortes
Será imprescindível por um lado conhecer aquilo em que
somos bons ou onde melhor desempenhamos e por outro
potenciar ao máximo essas valências no sentido de ser o
melhor naquilo que faz e acrescentar valor ao seu trabalho.
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Empatia
É uma das competência da Inteligência Emocional.
Implica saber compreender diferentes pontos de vista e trabalhar
em equipa.
A imagem do trabalhador totalmente isolado do resto da
estrutura está cada vez mais desajustada às empresas do século
XXI. É essencial saber integrar-se numa equipa e ter facilidade
no relacionamento interpessoal, para garantir os melhores níveis
de produtividade, eficiência e criatividade.
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Flexibilidade e autonomia
O ritmo e a competitividade do mercado de trabalho, obriga a
estarmos permanentemente preparados para a mudança.
Saber decidir com rapidez, estar aberto a novas ideias e
modos de trabalho, ter facilidade em assumir funções fora
das suas tarefas habituais (Job Rotation).
Na selva sem GPS: qualificações para um mercado de trabalho em transformação
Networking
Com o aumento da competitividade e exigência do mercado,
é cada vez mais importante saber “quem conhece quem”, e
“quem o conhece a si”.
Uma boa rede de contactos e relacionamentos é essencial
para uma carreira de sucesso.
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WWW
Cada vez mais as empresas vivem num ambiente
tecnológico, integrando a sua atividade no mundo da web.
O estar familiarizado com o mundo online é essencial não só
como nova forma de trabalhar, mas também como a empresa
o vê.
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Perfecionismo
Colaboradores dedicados, responsáveis e diligentes são a
mais - valia de qualquer empresa, é, por isso, um requisito
cada vez mais apreciado no perfil profissional num candidato
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Primeiros passos
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