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PANORAMA ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
ROTEIRO DA APRESENTAÇÃO
1)
2)
3)
4)
5)
6)
7)
Estado de Pernambuco
Resíduos Sólidos Urbanos
Resíduos da Construção Civil
Resíduos Industriais
Resíduos do Transporte
Resíduos de Serviços de Saúde
Resíduos dos Serviços de
Saneamento Básico
8) Resíduos Agrossilvopastoris
9) Resíduos de Mineração
ESTADO DE PERNAMBUCO
População de 8.796.448 habitantes
Taxa de Urbanização de 80,2%
Densidade demográfica média de 89,63 hab/km²
REGIÕES DE DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO
REGIÕES DE DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO
Tabela 1.1 População, Área por RD, Densidade Demográfica, IDH, PIB
REGIÕES DE
DESENVOLVIMENTO
Metropolitana
Mata Norte
Mata Sul
Agreste Setentrional
Agreste Central
Agreste Meridional
Sertão do Moxotó
Sertão do Pajeú
Sertão de Itaparica
Sertão Central
Sertão do Araripe
Sertão do São Francisco
PERNAMBUCO
POPULAÇÃO
2010
3.693.177
577.191
733.447
526.905
1.048.968
641.727
212.556
314.603
134.212
171.307
307.642
434.713
8.796.448
Fonte: Ag. CONDEPE/FIDEM, 2012
ÁREA
2
Km
2.785,44
3.242,94
5.161,59
3.535,93
10.103,53
10.756,46
8.778,45
9.045,45
9.514,00
9.121,14
11.613,76
14.652,92
98.311,61
DENSIDADE
DEMOGRÁFICA
1.325,89
177,98
142,10
149,02
103,82
59,66
35,84
23,50
14,11
18,78
26,49
29,67
89,48
IDH
2000
0,783
0,650
0,626
0,636
0,634
0,598
0,633
0,640
0,657
0,670
0,620
0,708
0,705
PIB 2007
R$ Milhões
40.893,9
2.510,2
2.960,4
1.730,0
4.777,3
2.456,6
745,8
1.192,2
882,5
585,0
930,1
2.591,7
62.255,7
PIB 2009
%
65,2
4,2
5,0
2,8
7,7
4,1
1,3
1,9
1,3
1,0
1,6
4,0
100
REGIÕES DE DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO
Gráfico 1.1 População por RD
Fonte: ITEP, 2012
Gráfico 1.2 Área por RD
Fonte: ITEP, 2012
Gráfico 1.3 Densidade Demográfica por RD e para todo o estado de Pernambuco
Fonte: ITEP, 2012
REGIÕES DE DESENVOLVIMENTO DE PERNAMBUCO
Tabela 1.3 Projeção da População do Estado de Pernambuco e das Regiões de Desenvolvimento
UF e Regiões de
Desenvolvimento
Anos
2010
1.048.968
2012
1.071.947
2014
1.094.926
2016
1.110.267
2020
1.137.129
2024
1.158.936
2028
1.178.754
2032
1.196.582
RD Agreste Meridional
641.727
651.114
660.501
667.006
678.400
687.648
696.054
703.619
RD Agreste Setentrional
526.905
537.236
547.566
554.419
566.420
576.163
585.017
592.982
RD Mata Norte
577.191
585.863
594.534
600.135
609.943
617.906
625.143
631.654
RD Mata Sul
733.447
746.871
760.295
769.126
784.588
797.140
808.547
818.808
RD Metropolitana
3.693.177
3.758.926
3.824.675
3.869.385
3.947.673
4.011.220
4.068.972
4.120.931
RD Sertão Central
171.307
173.771
176.235
177.885
180.778
183.123
185.254
187.172
RD Sertão de Itaparica
134.212
137.579
140.946
143.198
147.144
150.346
153.256
155.875
RD Sertão do Araripe
307.642
313.608
319.574
323.563
330.542
336.209
341.360
345.993
RD Sertão do Moxotó
212.556
217.937
223.317
226.632
232.433
237.142
241.421
245.271
RD Sertão do Pajeú
314.603
317.213
319.822
321.557
324.594
327.056
329.294
331.309
RD Sertão do São Francisco
434.713
453.401
472.089
484.555
506.383
524.100
540.202
554.690
8.796.448
8.965.464
9.134.480
9.247.728
9.446.027
9.606.988
9.753.275
9.884.886
RD Agreste Central
PERNAMBUCO
Fonte: Agência Condepe/Fidem- Gerência de Pesquisa – GPES, 2012
PANORAMA ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS
RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS
Gráfico 1.5. Produção de Resíduos Sólidos por RD (2012)
Gráfico 1.6. Proporção da Produção de Resíduos
Sólidos por RD (2012)
Fonte: ITEP, 2012
Fonte: ITEP, 2012
Fonte: ITEP, 2012
COMPOSIÇÃO GRAVIMÉTRICA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS
Tabela 1.8 Composição Gravimétrica dos Resíduos Sólidos por Região de Desenvolvimento e para o
Estado de Pernambuco
Composição Gravimétrica (2010) - %
REGIÃO DEMOGRÁFICA
Matéria
Vidro Metal Papel Plástico Recicláveis Rejeitos
Orgânica
RD Agreste Central
3,01
3,36
8,64
10,69
25,24
16,46
58,31
RD Agreste Meridional
1,80
2,87
7,67
10,64
22,99
15,81
61,20
RD Agreste Setentrional
2,93
3,53
10,39
13,15
29,86
10,90
59,24
RD Metropolitana do Recife
3,50
2,40
10,00
8,90
24,80
21,00
54,20
RD Sertão Araripe
1,93
3,71
9,33
9,67
24,64
21,48
53,88
RD Sertão Central
4,17
3,27
9,38
10,22
27,04
20,48
52,48
RD Sertão Itaparica
2,54
4,03
11,61
12,75
30,92
16,41
52,67
RD Sertão Moxotó
1,37
1,62
11,00
13,59
27,59
14,89
57,52
RD Sertão Pajeú
2,89
3,52
7,96
9,43
23,80
16,13
60,07
RD Sertão São Francisco
2,32
3,37
8,05
11,20
24,93
25,62
49,45
RD Zona da Mata Norte
4,24
3,78
8,51
12,19
28,72
15,27
56,01
RD Zona da Mata Sul
1,54
1,71
4,62
9,99
17,86
19,59
62,55
Estado de Pernambuco
2,69
3,10
8,93
11,04
25,70
17,84
56,46
Fonte: ITEP, 2012
Gráfico 1.7. Composição Gravimétrica dos Resíduos Sólidos por RD
Fonte: ITEP, 2012
A participação média relativa de materiais recicláveis nos resíduos sólidos produzidos no Estado é
de 25,70%, indica um valor absoluto de aproximadamente 2.600 t/dia destes materiais
Potencial de comercialização, considerando os preços médios atuais por tonelada dos principais
materiais recicláveis (vidro, plástico, papelão e metal ferroso) apontam para perdas da ordem de
R$ 40 milhões/mês.
Cabe ressaltar o valor relativo de 56% de matéria orgânica presente nos resíduos sólidos urbanos,
com forte potencial de transformação em composto orgânico (fertilizante natural).
INFRAESTRUTURA DOS SERVIÇOS DE LIMPEZA PÚBLICA
Recursos Humanos: 15.000 pessoas;
Veículos e Equipamentos – Coleta: 2.900;
Destino Final: 460;
Número de Funcionários/habitante: 6,29;
Produtividade: 300,30 Kg/fun/dia;
Custo unitário dos serviços de limpeza urbana: R$ 41.428,34/ton.mês;
Custo anual dos serviços de limpeza urbana: R$ 3.116.188,73/ano;
Cobertura dos serviços – Limpeza: 78%;
Varrição: 76%;
Coleta: 86%.
DESTINAÇÃO FINAL
Tabela 1.15 Destinação Final dos Resíduos por Região de Desenvolvimento e para o Estado de
Pernambuco
Tipo de Destinação Final Municipal
Região de Desenvolvimento
RD Agreste Central
RD Agreste Meridional
RD Agreste Setentrional
RD Metropolitana do Recife
RD Sertão Araripe
RD Sertão Central
RD Sertão Itaparica
RD Sertão Moxotó
RD Sertão Pajeú
RD Sertão São Francisco
RD Zona da Mata Norte
RD Zona da Mata Sul
Estado de Pernambuco
Aterro
Controlado
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1
0
0
2
Aterro Sanitário
Lixão
11,00
5,00
1,00
8,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
4,00
34,00
14
21
18
6
9
7
6
6
17
6
18
20
148,00
Não
Informado
0
0
0
1
0
0
0
0
0
0
0
0
1,00
Fonte: ITEP, 2012
O transbordo é praticamente inexistente, assim como o tratamento que ocorre
em poucos municípios.
DESTINAÇÃO FINAL
Gráfico 1.8 Proporção dos Tipos de Destinação Final por Região de Desenvolvimento e para o Estado
de Pernambuco
Fonte: ITEP, 2012
DESTINAÇÃO FINAL
Tabela 1.16 Proporção de Resíduos Dispostos em Relação ao Tipo de Disposição Final
Tipo de Destinação
Região de
Desenvolvimento
RD Agreste Central
Aterro
Controlado
Aterro
Sanitário
Lixão
% de Destinação
Não
Informado
Total
Aterro
Controlado
Aterro
Sanitário
Lixão
Não
Informado
9.194,88
271.824,01
126.893,62
0,00
407.912,51
2,25%
66,64%
31,11%
0,00%
RD Agreste Meridional
0,00
94.065,27
197.194,37
0,00
291.259,64
0,00%
32,30%
67,70%
0,00%
RD Agreste Setentrional
0,00
40.712,81
200.587,90
0,00
241.300,70
0,00%
16,87%
83,13%
0,00%
0,00
1.656.508,21
160.857,89
1.172,15
1.818.538,24
0,00%
91,09%
8,85%
0,06%
0,00
17.826,56
70.055,69
0,00
87.882,25
0,00%
20,28%
79,72%
0,00%
RD Sertão Central
0,00
16.845,63
35.527,93
0,00
52.373,55
0,00%
32,16%
67,84%
0,00%
RD Sertão Itaparica
0,00
11.031,03
29.873,03
0,00
40.904,06
0,00%
26,97%
73,03%
0,00%
RD Sertão Moxotó
0,00
37.699,88
69.179,25
0,00
106.879,13
0,00%
35,27%
64,73%
0,00%
RD Sertão Pajeú
0,00
0,00
109.152,98
0,00
109.152,98
0,00%
0,00%
100,00%
0,00%
RD Sertão São Francisco
105.876,03
0,00
43.069,40
0,00
148.945,43
71,08%
0,00%
28,92%
0,00%
RD Zona da Mata Norte
0,00
68.675,88
226.077,20
0,00
294.753,09
0,00%
23,30%
76,70%
0,00%
RD Zona da Mata Sul
0,00
55.161,80
253.726,72
0,00
308.888,52
0,00%
17,86%
82,14%
0,00%
115.070,91
2.270.351,07
1.522.195,98
1.172,15
3.908.790,11
2,94%
58,08%
38,94%
0,03%
RD Metropolitana do
Recife
RD Sertão Araripe
Estado de Pernambuco
Fonte: ITEP, 2012
Em relação às quantidades, cerca de 58% dos resíduos produzidos no estado já
são destinados a aterros sanitários.
DESTINAÇÃO FINAL
Gráfico 1.9 Quantidade de Resíduos Dispostos de acordo com o Tipo de Destinação Final
Fonte: ITEP, 2012
DESTINAÇÃO FINAL
Gráfico 1.10 Proporção dos Tipos de Destinação Final por Região de Desenvolvimento e para o
Estado de Pernambuco
Fonte: ITEP, 2012
ÁREAS ÓRFÃS – DESTINAÇÃO FINAL INADEQUADA (ÁREAS INATIVAS)
PERNAMBUCO (2011) - 39 lixões inativos e 145 lixões ativos.
5 (cinco) em remediação, com Autorização Ambiental (AA): Mirueira, em Paulista;
Cabo de Santo Agostinho; Aguazinha, em Olinda; Muribeca, em Jaboatão dos
Guararapes; e, Raso da Catarina, em Petrolina
CATADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS
Existem cerca de 8 mil catadores de materiais recicláveis no Estado,
embora os documentos existentes registrem apenas 2.128.
São 50 associações e cooperativas de catadores de materiais
recicláveis organizadas (ou em processo de formalização), das quais
22 estão localizadas na RMR e 28 entidades nos municípios do interior
de Pernambuco.
RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL – RCC
Em 2011 foram coletadas (pelas empresas que
obtiveram licenciamento ambiental) 18.855,33
toneladas (1.571 toneladas por mês), na CTR
Candeias, RMR e na CTR Petrolina, no Sertão
Pernambucano.
Em 2012 a Ciclo Ambiental, localizada no município
de Camaragibe, RMR, nos meses de abril a junho,
recebeu em média 7.100 toneladas de RCC por mês.
O SINDUSCON/PE estima que a geração de
RCC na RMR é de 4.500 ton/dia. Para o
restante do estado, 1.575 ton/dia.
30% da geração de RCC é de
responsabilidade das construtoras.
RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL – RCC
Destino final dos RCC – Área de Transbordo e Triagem
Ciclo Ambiental (Camaragibe);
Britagem para reaproveitamento do material;
De acordo com o SINDUSCON/PE, apenas 5% dos RCC são
transportados até a Ciclo Ambiental.
Pesquisas indicam que cerca de 90% dos
RCC possuem potencial de reutilização e de
reciclagem.
Setor produtivo que gera mais resíduos
sólidos – cerca de 50% dos resíduos
produzidos nas grandes cidades.
Há mais de 150 pontos de disposição
irregular dos RCC
RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS
Inventário Estadual de Resíduos Sólidos Industriais – 2003 (CPRH)
Maiores geradores: RMR, Mata Norte e Mata Sul
Usinas de açúcar: 90% do total gerado no Estado.
O total quantificado da geração de resíduos inventariados foi de
7.349.513,70 t/ano (2003).
Com relação à destinação final obteve-se que:
 5,38% sem destino definido;
 86,51% tiveram tratamento, disposição e reutilização na própria
unidade industrial ;e ,
 8,11% que tiveram tratamento, reutilização, reciclagem ou
disposição final fora da unidade industrial.
RESÍDUOS SÓLIDOS INDUSTRIAIS
Do total produzido, 1,11% dos resíduos são classificados como
perigosos, sendo compostos basicamente por:
 Óleo lubrificante usado: 60,6%;
 Resíduos de laboratórios industriais: 19,4%; e
 Óleo combustível usado: 2,6%.
O Cadastro Industrial de Pernambuco 2011-2012, elaborado pela
FIEPE, existem 8.085 estabelecimentos industriais no estado.
Destinos Finais na RMR: CTR Igarassu e Stericycle Tratamento de
Resíduos
Quantidade de resíduos dispostos nas duas unidades: 2.824 ton/mês.
RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE
Baixa disponibilidade de dados para diagnóstico da gestão geração e
disposição final dos resíduos sólidos;
De acordo com a ANVISA:
 83% do lixo gerado em portos e aeroportos são descartados em lixões
ou aterros sanitários;
 15% são incinerados;
 2% são desinfetados em autoclaves.
Resíduos gerados no Porto do Recife, em 2011:
 Volume produzido: 3.492 m³/mês;
 Destino final: CTR Candeias;
 Resíduos de limpeza e conservação (52%), resíduos de bordo (19%),
outros (29%);
 Resíduos recicláveis são armazenados separadamente na área de
transbordo.
RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE TRANSPORTE
Resíduos gerados no Complexo Portuário de Suape, em 2011:
 Geração: 10,5 ton/mês;
 Destino final: CTR Candeias;
 Resíduos orgânicos e recicláveis.
Nos 5 primeiros meses de 2012:
 Geração média: 12 ton/mês;
 Reciclados doados a Associação dos Agentes de Reciclagem do Ipojuca
– RECICLE, nas seguintes quantidades:
 Papel/papelão: 2.235 Kg;
 Plástico: 151 Kg;
 Metais: 60 Kg; e
 Vidro: 17 Kg.
RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE – RSS
Elaboração dos PGRSS (APEVISA)
 2011: 1.056;
 2012: 700 (somente no primeiro semestre).
Em 2009, existiam 19.204 leitos, o que gera uma média de
1,47 leito/1000 hab.
Estimativa de produção da APEVISA: 2,5 Kg/leito.dia;
Número de leitos estimados 2012: 21.000;
Produção de RSS estimada: 52,5 ton/dia;
1.575 ton/mês.
Segundo dados da Stericycle Tratamento de Resíduos, no 1º
trimestre de 2012, foram incinerados em média 720 ton/mês
(24 t/dia - RMR).
RESÍDUOS DO SERVIÇO DE SAÚDE – RSS
Gráfico 1.9 Volume de RSS tratado em Recife
Volume (Ton)
A Stericycle Petrolina
processa cerca de 35
ton/mês de RSS.
780
Capacidade instalada
 Recife: 50 ton/dia;
 Petrolina: 1,8 ton/dia.
760
740
720
700
680
660
640
620
Janeiro
Fevereiro
Março
Fonte: Sterycicle Tratamento de Resíduos, 2012
média mensal
De acordo com a APEVISA:
 Recolhido nas Secretarias
de Saúde: 160 ton/mês;
 Recolhido nos 6 maiores
hospitais: 133 ton/mês;
 5 hospitais – Recife;
 1 hospital – Caruaru.
RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO
A atividade de mineração em Pernambuco é representada por:
 minerais industriais (gipsita, calcários, argilas, areias, rochas de
revestimento/ornamentais);
 materiais de uso imediato na construção civil (rochas britadas, areia,
argila, saibro); e
 água mineral.
Concessões de lavra de minerais metálicos:
 4 (quatro) de ouro, em Serrita; e
 2 (duas) de ilmenita, em Floresta
 todas paralisadas e quando operaram não precisavam de barragens
de rejeitos, nem apresentavam operações que impactassem o meio
ambiente de forma diferente das lavras de minerais industriais a céu
aberto.
RESÍDUOS SÓLIDOS DE MINERAÇÃO
Resíduos gerados pela mineração em Pernambuco:
 Capeamentos (a parte estéril sobreposta às jazidas), dispostos
buscando preencher as cavas e suavizar a modificação do relevo
decorrente das extrações;
 Poeiras de britagem, que se busca mitigar pela umidificação das
operações de cominuição.
 Refugos: perdas decorrentes das extrações de rochas de
revestimentos, os quais têm sido aproveitados para a produção de
britas (rochas ornamentais) e de produtos secundários ornamentais
(composição com cacos de quartizitos).
Não existem no Estado usinas de beneficiamento com produção de
concentrados de minério e decorrente geração de rejeitos.
RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS
Regulamentado pela Lei Federal nº 9.974/00;
Sistema de destinação final de embalagens de agrotóxico com
responsabilidades compartilhadas;
Tabela 1.19 Recolhimento Acumulado de Embalagens Vazias (Kg), em Pernambuco
Ano
2002
2003
2004
Embalagens (kg)
56.370
2008
179.753
89.685
2009
205.580
2011
239.390
59.822
2010
213.210
Fonte: inpEV, 2004
De acordo com o Relatório Anual do Instituto Nacional de
Processamento de Embalagens Vazias - inpEV (2004) Pernambuco
devolveu 28,2% do volume de embalagens colocadas no mercado.
RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS
2 (duas) centrais de recebimento de embalagens de agrotóxico:
 Carpina, na Mata Norte; e
 Petrolina, no Sertão Pernambucano.
Instalada em Petrolina a Central de Recebimento de Embalagens
Vazias de Agrotóxicos, localizada no Núcleo 1, do Perímetro de
Irrigação Senador Nilo Coelho, começou em 2003 o trabalho de coleta
de embalagens de agrotóxicos. As centrais recebem em média 10
toneladas de embalagens por mês para serem prensadas. Esse
material é enviado a São Paulo para reciclagem.
RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO
198 Estações de Tratamento de Água – ETA (187 COMPESA)
Tabela 1.20 Recolhimento Acumulado de Embalagens Vazias (Kg), em Pernambuco
REGIÃO DE DESENVOLVIMENTO
REGIÃO METROPOLITANA DO RECIFE
MATA NORTE
MATA SUL
AGRESTE MERIDIONAL
AGRESTE CENTRAL
AGRESTE SETENTRIONAL
SERTÃO DO PAJEÚ
SERTÃO CENTRAL
SERTÃO DE ITAPARICA
SERTÃO DO SÃO FRANCISCO
SERTÃO DO ARARIPE
PERNAMBUCO
Fonte: ARPE, 2012
ESTAÇÃO DE
TRATAMENTO DE
ÁGUA
27
15
21
25
33
13
18
8
5
6
11
187
ESTAÇÃO DE
TRATAMENTO DE
ESGOTO
31
1
6
1
2
8
51
RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SANEAMENTO BÁSICO
Demais Unidades:
 8 (oito) ETAs na Mata Sul, nos municípios de: Água Preta,
Amaraji, Catende, Cortês, Gameleira, Jaqueira, Palmares e
Xexéu;
 1 (uma) ETA na Mata Norte, no município de Itambé;
 1 (uma) ETA no Agreste Meridional, no município de Iati;
 1 (uma) ETA no Sertão do Moxotó, no município de Inajá.
O destino do lodo das ETAs operadas pela Compesa é em
geral, o lançamento no corpo de água mais próximo.
Equipe Técnica do ITEP
Bertrand Sampaio de Alencar
Ana Paula Batista Lemos Ferreira
Mônica Luize Sarabia
Rebecca Rolim Milet
Tatiana Calado
Maria das Vitórias do Nascimento
Fabíola de Souza Gomes
Simone Karine Silva da Paixão
Suzete Correia da Silva
Felipe Alves
Daniel Quintino
Cristiana Coutinho
Muito Obrigado!
Bertrand Sampaio
Coordenador Técnico
[email protected]
(81) 3183-4339

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